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	<title>Sexta Poética - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Amor_ing%C3%AAnuo&amp;diff=6243</id>
		<title>Amor ingênuo</title>
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		<updated>2013-02-04T16:45:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Neia Andrade: Criou página com &amp;#039;Amor ingênuo  NEIA ANDRADE   Quando se entregar for inevitável, paira sobre a cabeça dos amantes: será que valerá a pena tamanha entrega? Ele e ela serão cuidadosos com ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Amor ingênuo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NEIA ANDRADE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se entregar for inevitável, paira sobre a cabeça dos amantes: será que valerá a pena tamanha entrega? Ele e ela serão cuidadosos com os meus sentimentos?&lt;br /&gt;
Ambos, desconfiados, se olham, e o silêncio reina aflito, louco para ser quebrado por um gemido, um grito de sentimento oriundo do peito, que bate desesperado sem alento como um corpo despido que deseja ser aquecido e anseia encontrar abrigo em braços macios.&lt;br /&gt;
Mas, oh!, sentimentos de vidro! Por quê? Temem ser quebrados? Por quê? Não fogem nem agem? Com os lábios trêmulos de medo, e a boca ardendo em desejo, é visível a insegurança nas mãos frias e suadas da ingênua amante, que espera por seu amado!&lt;br /&gt;
Já experimentando de dores e com o coração cristalizado pelos dissabores do amor, o que espera por ti, ingênua amante, já que teu amado se foi para longe? Será que conseguirá alcançá-lo com a tua fragilidade? Sonhas que ele venha como príncipe a galope, rápido, incendiado de amor?&lt;br /&gt;
Depois do devaneio, retomando a consciência, recorda que ele sempre foi e sempre será um amante. Duro para ti aceitar que nunca houve entrega. E sim espera...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Neia Andrade</name></author>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Arquivo:Poema_Amor_ingenuo.pdf&amp;diff=6242</id>
		<title>Arquivo:Poema Amor ingenuo.pdf</title>
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		<updated>2013-02-04T16:43:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Neia Andrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;--[[Usuário:Neia Andrade|Neia Andrade]] ([[Usuário Discussão:Neia Andrade|discussão]]) 14h43min de 4 de fevereiro de 2013 (BRST)&lt;br /&gt;
Amor ingênuo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NEIA ANDRADE&lt;br /&gt;
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Quando se entregar for inevitável, paira sobre a cabeça dos amantes: será que valerá a pena tamanha entrega? Ele e ela serão cuidadosos com os meus sentimentos?&lt;br /&gt;
Ambos, desconfiados, se olham, e o silêncio reina aflito, louco para ser quebrado por um gemido, um grito de sentimento oriundo do peito, que bate desesperado sem alento como um corpo despido que deseja ser aquecido e anseia encontrar abrigo em braços macios.&lt;br /&gt;
Mas, oh!, sentimentos de vidro! Por quê? Temem ser quebrados? Por quê? Não fogem nem agem? Com os lábios trêmulos de medo, e a boca ardendo em desejo, é visível a insegurança nas mãos frias e suadas da ingênua amante, que espera por seu amado!&lt;br /&gt;
Já experimentando de dores e com o coração cristalizado pelos dissabores do amor, o que espera por ti, ingênua amante, já que teu amado se foi para longe? Será que conseguirá alcançá-lo com a tua fragilidade? Sonhas que ele venha como príncipe a galope, rápido, incendiado de amor?&lt;br /&gt;
Depois do devaneio, retomando a consciência, recorda que ele sempre foi e sempre será um amante. Duro para ti aceitar que nunca houve entrega. E sim espera...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Neia Andrade</name></author>
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		<updated>2013-02-04T16:41:03Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Arquivo:Poema Amor Ingenuo.pdf</title>
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		<updated>2013-02-04T01:27:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Neia Andrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Amor ingênuo --[[Usuário:Neia Andrade|Neia Andrade]] ([[Usuário Discussão:Neia Andrade|discussão]]) 23h27min de 3 de fevereiro de 2013 (BRST)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NEIA ANDRADE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se entregar for inevitável, paira sobre a cabeça dos amantes: será que valerá a pena tamanha entrega? Ele e ela serão cuidadosos com os meus sentimentos?&lt;br /&gt;
Ambos, desconfiados, se olham, e o silêncio reina aflito, louco para ser quebrado por um gemido, um grito de sentimento oriundo do peito, que bate desesperado sem alento como um corpo despido que deseja ser aquecido e anseia encontrar abrigo em braços macios.&lt;br /&gt;
Mas, oh!, sentimentos de vidro! Por quê? Temem ser quebrados? Por quê? Não fogem nem agem? Com os lábios trêmulos de medo, e a boca ardendo em desejo, é visível a insegurança nas mãos frias e suadas da ingênua amante, que espera por seu amado!&lt;br /&gt;
Já experimentando de dores e com o coração cristalizado pelos dissabores do amor, o que espera por ti, ingênua amante, já que teu amado se foi para longe? Será que conseguirá alcançá-lo com a tua fragilidade? Sonhas que ele venha como príncipe a galope, rápido, incendiado de amor?&lt;br /&gt;
Depois do devaneio, retomando a consciência, recorda que ele sempre foi e sempre será um amante. Duro para ti aceitar que nunca houve entrega. E sim espera...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Neia Andrade</name></author>
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		<title>Arquivo:Poema Amor Ingenuo.pdf</title>
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		<updated>2013-02-04T00:58:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Neia Andrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Neia Andrade</name></author>
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