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	<title>Sexta Poética - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Discuss%C3%A3o:SEM_ROSTO_NA_GROVE_STREET&amp;diff=4824</id>
		<title>Discussão:SEM ROSTO NA GROVE STREET</title>
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		<updated>2011-01-21T15:00:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039;Que legal ver novas contribuições por aqui. O poema expressa de forma patética e interessante essa crise de identidade que vivemos ao chegar ao mundo adulto e constatar todas ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Que legal ver novas contribuições por aqui. O poema expressa de forma patética e interessante essa crise de identidade que vivemos ao chegar ao mundo adulto e constatar todas as mudanças ocorridas na vida. A impermanência de todas as coisas.&lt;br /&gt;
&amp;quot;A infância é a pátria dos poetas, por isso vivemos no exílio&amp;quot;, segundo um poema do Cacaso, poeta carioca.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Discussão:Solução</title>
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		<updated>2010-04-26T14:42:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039;acho que pode ser acrescentado &amp;quot;se&amp;quot; na segunda linha. abraço&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;acho que pode ser acrescentado &amp;quot;se&amp;quot; na segunda linha. abraço&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Zaida&amp;diff=3461</id>
		<title>Usuário Discussão:Zaida</title>
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		<updated>2010-04-13T20:36:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Bv}}[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h49min de 9 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bistrô ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, gostei do seu texto na sua página de usuário. Crie uma página para ele e te ajudo a formatá-lo. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 13h28min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== transgressão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, considera-se uma transgressão editar na página de outro usuário. Peço desculpas, mas incluí a &amp;quot;tag poem&amp;quot; na sua página para que você veja como é. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 14h25min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá, não desapareça! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas contribuições aqui são importantes para o nosso Movimento literário e a qualidade dos textos são um presewnte para todos que passarem pelas páginas que você criar. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 12h06min de 12 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, percebi que você criou várias páginas. O site wiki parece complicado a primeira vista, mas como você já percebeu, é super fácil... ainda mais para quem a facilidade com informática que você demonstra ter. Li alguns de seus poemas e gostei de todos. Ter você no Movimento colaborativo sexta poética é algo a ser comemorado!!! Boas contribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h35min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Dúvida ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, não tem como alterar nome de páginas, A solução que temos é mover a página para o título correto. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h08min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Sobre Direitos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Internet é um espaço público. Não podemos utilizar textos com copyright, mesmo citando a fonte. Se o poema que você quer usar tem mais de setenta anos, o copyright expirou ou se o autor o declarou copyleft ou domínio público. Qual é o poema? Mande-me por e-mail, se quiser que eu leia e responda melhor (nevinhoalarcao@gmail.com). Abç, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h34min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Novo teste ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve receber uma notificação de Wikiadmin Sexta Poética de que sua página foi alterada pelo usuário Nevinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje acordei pensando que algumas pessoas usam as palavras pra desafogar mágoas e aliviar angústias, outras são usadas - se afogam e acabam submersas em si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h37min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
::Tenta escrever: &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;, em minhas preferências, no box Assinatura. Marque o box Assinaturas sem atalho automático. O resultado será algo como: [[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;, quando você assinar com &amp;lt;nowiki&amp;gt;~~~~&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h35min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Deu certo! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parabéns, legal. Se quiser, altere o texto &amp;quot;Mande uma mensagem&amp;quot; por qualquer outro. Na wikipédia tem de tudo, tem um que é &amp;quot;falaê&amp;quot;, como os vendedores de mate na praia de copacabana... olha o mate galado olha êêê... AIÓÉ...&lt;br /&gt;
beijo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h01min de 17 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Categorias ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, as categorias são criadas ao serem criadas (!!) rss, é estranho mas é isso mesmo. Se quer criar a categoria &amp;quot;Doce Pecado&amp;quot;, por exemplo, basta no final da página que será categorizada, você escrever &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Doce Pecado]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Essa categoria ficará vermelha, pois não tem página ainda. Aí, você clica nela e abre uma caixa de edição para você fazer a página. Escreva qualquer coisa descrevendo, por exemplo, &amp;quot;Essa categoria reúne poemas feitos sobre um relacionamento inusitado e tal e tal...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você põe &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt; no fim da página. Na categoria zaida aparecerá Doce pecado como uma subcategoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, é meio enrolado, mas vamos conversando que a gente se entende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No box ferramentas, abaixo do box pesquisa tem uma opção &amp;quot;Versão para impressão&amp;quot;, que imprime a página com seu nome, A URL da página e a categoria. Veja se satisfaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo caso, sugiro que também peça a opinião do [[Usuário:Solstag|Solstag]] e do [[Usuário:Ozymandias|Ozy]], os outros dois admin do site. Eles sacam bem mais que eu de wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h01min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Do lixo nasce a flor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado pelo comentário. Na verdade essa página reúne trechos do poema sem fim, que meu amigo Milton Rui depois resolveu separar em várias outras página. Estão todas [[:Categoria:Poema sem fim|aqui]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h14min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== problema com assinatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A assinatura não estava sendo reconhecido por causa da tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; estava aberta, ou seja faltava fechá-la com &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;/poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 18h13min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&amp;lt;strike&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/strike&amp;gt; &#039;&#039;Desculpa pela lambança na sua página de discussão, apaga se preferir, ok?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim (um bom título seria &#039;&#039;&#039;Outras histórias&#039;&#039;&#039;, se me permite sugerir) e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 04h08min de 21 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Repassando a dúvida  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha sugestão é justamente para ficar neutro na questão. Também gostaria que começássemos a formar uma comunidade, que discute as questões. É fácil: cole uma ligação da página (&amp;lt;nowiki&amp;gt;[[nome da página]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;) [[Usuário Discussão:Ozymandias|Aqui]] e/ou [[Usuário Discussão:Solstag|aqui]], perguntando o que deseja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h36min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça normalmente a página do poema e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Só isso, depois vemos como organizar as coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h41min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Mais uma que tem me incomodado...  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se descobrir me ensina, tá? rsss cansei de me incomodar com isso. Tentei editar as minhas preferências na aba Data e hora, diminuindo as três horas da diferença, mas não deu certo. Agora ajustei o fuso para São Paulo, vamos ver... pela previsualização já vi que não deu certo, melhor fazer ascontas Rs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h50min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Re_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perfeito. Parabéns!!! Veja na página que você fez [[Outras Histórias]] que só acrescentei o caracter que você escolheu, e veja o resultado na página da categoria [[:Categoria:Celuesia]]. Agora o que eu sugiro é você separar em pequenas estrofes de até mais ou menos 140 caracteres para virar uma autêntica celuesia (140 caracteres é a capacidade máxima de cada página de SMS).&lt;br /&gt;
Parabéns!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E obrigado pela companhia nesse projeto, que iniciei solitaqriamente em 2007. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h10min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Reee_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Legal sua clave de sol.Gostei do seu [[Vôo]]. Atente para que o guardião, além de impedir a entrada de outros pássaros, não sufoque o passarinho. E cuide bem dele também, pois todos os guardiães (ou guadiões, cfme [http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/plural.htm Nossa Língua Nossa Pátria]) adoram um canto de cotovia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a [[:Categoria:Haikai]], tem a mesma configuração. Os [http://pt.wikipedia.org/wiki/Hai_kai hai kai] são uma delícia tanto de se ler quanto fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaborei com seu [[Outras Histórias]], formatando-o. Se não agradar, reverta. Muito boa a divisão em estrofes, dá mais força aos versos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== adicionando imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, bom dia! Havia me falado sobre incluir imagens. Para isso, leia [[Ajuda:Adicionando imagens|aqui]]. Qualquer dúvida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pente fino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então tá, conto com sua ajuda para uma leitura minuciosa. E será de grande valia, tenhamos a certeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 22h04min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Haikai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, sei que os haikai tradicionais têm o primeiro e último versos quintetos e septetos no segundo verso (5-7-5), mas tenho uma amiga que sempre me manda haikais geralmente quinta-feira e são haikais livres, sem nenhuma regra, apenas com esse espírito japonês, que condensa idéias em algumas palavras. Sempre falo pra ela inserir no site, mas acho que ela tem tenofobia... Enfim, siga seu impulso interior, como já fui aconselhado. Dá certo! hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h08min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Php ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa semana vou ao sebinho, ou se não achar por lá, vou à livraria Cultura (mas, agradável! rsrsr...) Irei ver o que acho sobre php... Estou firme no propósito de aprender. Vamos ver no que dá..--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h33min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apresentação==&lt;br /&gt;
Ops, me desculpe Zaida pela aparente apatia. Na verdade este final de ano está sendo um tanto atarefado, e não tenho tido tanto tempo para fazer o &amp;quot;social&amp;quot;. Mas isto não implica que não acompanhe seus trabalhos. Conforme o tempo for permitindo, vamos conversando. [[Usuário:Ozymandias|Ozymandias]] 10h51min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== categoria árvore e imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[:Categoria:A Árvore dos Segredos]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você tinha dado um  espaço a mais no nome do arquivo. Tem que tal e qual. Veja agora: [[Cantiga das Águas]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== userboxes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, colei da wikipédia. Vamos procurar lá se já não tem algo para a Cecília. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h04min de 29 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Achei ótima! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha de onde tirei a idéia: [[:Categoria:Emquatro]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 23h37min de 30 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida! A brincadeira foi muito bem recebida, eu é que infelizmente estive sem tempo para respondê-la... é um prazer ler suas poesias, adorei a colaboração na brasiléia, acho que de certa forma a brincadeira tomou forma por ali né! Um forte abraço, [[Usuário:Solstag|Solstag]] 11h16min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sonho dourado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu maior desejo é fazer um robô para mandar mensagens para todos os usuários cadastrados. O dia que conseguirmos isso será o MUST!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h09min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Cadê nosso cálice? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: O poema de hoje do Ozy é lindo. Enviei poe email o lembrete para que vocês preencham os [[Sexta poética:Poema da semana|poemas da semana do próximo período]], Você recebeu? Sugira três poemas seus ou de outros poetas que estejam no site. Beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h06min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prelúdio? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caríssima, a página Prelúdio, indicada por você em [[Sexta Poética:Poema da semana]], não existe. O link está vermelho. Proponho que você aproveite a deixa e a escreva. Um prelúdio é sempre mais interessante que o encerramento, nada mais belo do que o começo de qualquer sinfonia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h29min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Uai... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, o nome da página é [[Ozymandias/Prelúdio]]... é a essa que você se refere?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h12min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Naturalmente que pode. No Sexta poética você pode quase tudo!! rss pediria apenas para corrigir na página [[Sexta poética:Poema da semana]]. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h26min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mais dois... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô Zaida, poderia indicar mais dois poemas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h59min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== após o Tributo à Cecília ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha o que meu amigo Anando Rao fez aquele dia que fui ao Café com Letras após o Tributo à Cecília: [[Arquivo:Puxa a rede - Anand.MP3]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente ninguém nunca desenvolveu uma extensão com tocador mp3 para o mediawiki. Então, apesar de estar habilitado esse tipo de artquivo só conseguimos tocá-lo se o executarmos. Mas ouça e me diga o que acha. Achei meio estranho, talvez seja o ouvido do autor,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h51min de 1 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== wikilivros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, também fico feliz que você está se descobrindo nos projetos. Gosto bastante também do wikilivros, Gosto mais do wikisource. No wikilivros conheci o Helder, um cara legal. Enfim, em todos os projetos têm coisas e pessoas interessantes. O Ozy edita mais na wikiversidade, um dos meus favoritos também. beijo procê, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h33min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, muito legal isso que você garimpou. Quando tiver mais tempo, quero dedicar-me mais ao [[Brasiléia]], que acho o suprasumo dos poemas abertos. Você deu uma boa contribuição nele... quem sabe também não compomos esses haikais compostos de duas estrofes? Aceito o desafio. Quanto ao perfume, não sei se terei disponibilidade, mas mande o nome pelo email que se eu puder eu compro no cartão de crédito e a gente acerta dia 23, ok? beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 23h12min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ?? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Usu%C3%A1rio%3AZaida&amp;amp;diff=2563&amp;amp;oldid=2523 Essas edições] são suas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Desculpa não ter assinado a mensagem anterior. Estou boiando por aqui, a barreira do idioma é bastante real, but I&#039;m doing my best. Quanto a seu amigo, a melhor maneira de quebrar a barreira inicial é ligar pra ele e criarem juntos uma página qualquer. Depois, oriente-o para criar uma conta e escrever o nome dele e/ou outras coisas na página de usuário. Talvez se fizerem juntos funcione melhor. Não desperdiçe a chance de mostrar pra alguém o maravilhoso mundo do trabalho colaborativo.`&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 08h39min de 7 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida, adorei colaborar em [[Encontro da lua e sol]]. Só não consegui indexar no meu ícone (#), não sei como fazer. De qualquer modo, gostei do tal &#039;&#039;tanka&#039;&#039;. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h38min de 27 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;font color=&amp;quot;light blue&amp;quot;&amp;gt;É Composto de 5-7-5-7-7 sílabas ou poema de 31 sílabas&amp;lt;/font&amp;gt;. O primeiro verso de [[Encontro da lua e sol]] parece ter 7 fonemas (?). Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h28min de 28 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
:: É uma área bastante complicada, a das [http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaplasmo sinalefas e sinéreses]. Não sei dizer se está errada ou não, apenas acho estrando juntar essas sílabas. Mas tudo bem, está valendo... [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 14h06min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Opinião ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, parece interessante o conceito, mas não consegui elaborar muito a coisa. Acho que merece que você se deixe mais tempo na companhia dessa idéia, sinto que há poesia nisso e um belo poema dizendo da convivência de sentidos e da multiplicidade de mensagens. Qualquer poema traz em si muitos poemas, é fato, mas a idéia de brincar com isso e determinar duas leituras é interessante, requer maturação. Vamos continuar esse diálogo, talvez clareie o caminho. O que você quiz dizer com o poema? Noutras palavras, traduza pra mim o sentimento que te ocupou. E a segunda mensagem, como a vê? beijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h34min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS=Você não fechou a tag poem com /poem e sua assinatura não foi reconhecida. Please, do it!&lt;br /&gt;
::A tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; que você abriu para escrever alguns versos na mensagem anterior. Sua assinatura está ficando quatro tiles. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 10h10min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Teste de assinatura:--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h30min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ==Glauco Callia==&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Zaida , Origado pelo comentário , faço minhas as palavras do poeta e músico português Pedro Abrunhosa , &amp;quot;Eu já disse poemas que não quis escrcever , foram gritos apenas que eu não soube conter&amp;quot;.Estou lendo seu trebalho e gostando muito!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Especialmente para a Poetisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que legal!! Que sua casa tenha muitas paredes para pendurar retratos e telhado por onde se veja o céu. Beijo grande! No dia 04 de março teremos noite de autógrafos na Liv. Cultura do Casa Park . Tenho intenção de publicar em 2010 o primeiro livro do movimento sexta poética. Vamos conversar a respeito? [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poetisa, o seu [[Quando os Ipês Florescem]] me inpirou a criar a sessão &amp;quot;as árvores do Brasil&amp;quot;&amp;quot; no [[Brasiléia]]. Quando tiver uma inspiração, deixe sua verve fluir por lá. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h10min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Você é demais!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valeu, gata!! beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h47min de 25 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Pois é, estou meio desanimado pra fazer esse evento na liv. Cultura... beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h18min de 26 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Poema da Semana e outros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, só hoje pude ler direito sua mensagem. A viagem a São Paulo foi proveitosa. Dei mais uma oficina Sinapse para uma turma da Unidade de Alta Renda e puder comparecer ao Campus Party, onde reencontrei vários companheiros da Wikimedia Brasil. Grande abraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h42min de 4 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estou feliz!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E compartilho contigo: ganhamos a companhia de mais um poeta [[:Categoria:Luiz Martins da Silva|Luiz Martins da Silva]]. Daqui de Brasília mesmo. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h40min de 6 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Amar é... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, queria pedir para releres o [[Amar é...]], consegui dar uma liga no poema que sentia falta. Beijos! --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h36min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC) E super obrigado pelo comentário é claro :D :D --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h38min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Link ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi, pelo título da sua mensagem vê-se que você tem andado de mãos dadas com a inspiração poética (link de algo com algo, rsss). Bom pra nós que teremos com o que se deleitar. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h35min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Uau!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mérito é nosso, poetisa. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 15h32min de 13 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: &amp;quot;Reflexo do cotidiano&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi respondida a questão sobre os direitos autorais e eliminação da página. Abraço. [[Usuário:Jaider|Jaider]] 12h17min de 16 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Sugestão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, nossa admiração é recíproca. Concordo que o título da página pode soar inamistoso e surtir o efeito indesejado de afastar ao invés de agregar. O título e o texto surgiram durante as nossas discussões sobre o poema reflexos que o Jaider inseriu. Vamos ver se conseguimos algo melhor...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18h52min de 17 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Logo do BB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, você carregou [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|essa imagem]] com informação que ela foi retirada da Wikipédia. Na verdade, deve ter sido retirada do Commons, projeto da wikimedia onde são armazenadas as imagens da wikipédia.&lt;br /&gt;
Por favor, copie e cole a URL na SP (gostei da abreviação que o Alê criou!! hehe_) Abreijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 13h06min de 18 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Acho que seria &amp;quot;de bom alvitre&amp;quot; (rss) copiar e colar [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|no sumário dessa imagem]] o endereço de onde ela foi copiada. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 22 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::: [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs].[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h24min de 23 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
Zaida, qual logo? [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs],[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h54min de 9 de março de 2010 (UTC) Dãããhhh! Já eliminei. Abreijos [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h55min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por falar em poemas abertos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciei [[Eletricidade da chuva|esse]]. Agora imaginei que sua casa deve estar nessa imagem, rss ABreijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h50min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tempo/Time/Zeit... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado Zaida. Vou tentar encontrar mais tempo (mas está difícil!). rsrs. &#039;&#039;Chronos&#039;&#039; anda apressado ultimamente... Nos ponteiros do relógio, cada vez mais, horas parecem minutos e minutos parecem segundos. E consequentemente meses se paressem com semanas... &amp;lt;br&amp;gt; Hora de ir! Boa tarde/noite/dia/tarde/noite/dia/tarde/noite/dia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[Usuário:Jaider|Jaider]] 17h16min de 10 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Hello ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hello minha poetisa preferida. Amanhã viajo abroad to Disney World. Could you take care of our site? I&#039;ll be back home on march 30, Tx [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 00h56min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Obrigado, ter amigos é presente divino. Acertou, presente de doze anos prometido desde que ela tinha nove rsss agora não teve jeito de dizer não rsss mas também vou curtir rodar pela Flórida numa grand cherokee (afinal, eu tinha que me presentear também!) beijo, fica com Deus. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h45min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obrigada amiga! ==&lt;br /&gt;
Zaida, você é uma pessoa dona de uma sensibilidade a flor da pele...&lt;br /&gt;
Escreve com a alma... (isto é lindo!)&lt;br /&gt;
Verdadeiramente me acolhou, sem nunca ter visto minha face, sem conhecer minha história, minha vida... sinto-me aqui rodeada de amigos.&lt;br /&gt;
Grata por tudo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande abraço de sua amiga.--[[Especial:Contribuições/201.68.205.175|201.68.205.175]] 19h26min de 4 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Formatação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida! Q isso não foi nada. Há vários guias de edição de wiki, aqui mesmo na sexta poética, se você clicar em [[Ajuda:Conteúdos|Ajuda]] no menu à esquerda, há na página uma opção [[Ajuda:Editando|Editando]]. E dessas aí que vc falou só conheço COBOL, mas nunca programei haha. Bjs, --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 18h56min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== mensagem para o solstag ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A propósito da sua mensagem , criei http://br.wikimedia.org/wiki/Portal:Poetas para iniciarmos algo assim. Os portais foram uma idéia que ele divulgou hoje na WMBr. Achei interessante e criei esse portal para os poetas. Lá podemos oferecer o SP como ambiente real de compartilhamento da produção de cada um. Que tal iniciar editando algum comentário? Hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h05min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra Zaida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, adorei lhe conhecer. Engraçado é que o nome de alguma forma nos aciona o imaginário e você é totalmente diferente do que pensei. Você é muito charmosa, bonita e tem idéias saudáveis em relação ao ambiente. Uma grata surpresa. Sinta-se sempre bem vinda em nossa Aldeiabambuzal, onde queremos conviver com tudo de bom e sustentável que a natureza tenha a nos proporcionar. Deixo com você umas quadrinhas do Agostinho da Silva, poeta e professor português de quem sou fã, outro fiel amante da Flora de Gaia. &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
O mundo é só o poema&lt;br /&gt;
em que Deus se transformou&lt;br /&gt;
Ele existe e não existe&lt;br /&gt;
tal a pessoa que sou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo momento que foge&lt;br /&gt;
a eternidade encerra&lt;br /&gt;
só atingirás o céu&lt;br /&gt;
por cuidado passo em terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja isto somente&lt;br /&gt;
o de mais perfeito ensino&lt;br /&gt;
ter a pessoa liberdade&lt;br /&gt;
de se entregar ao destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É só bem dentro de nós&lt;br /&gt;
que o projeto se anuncia&lt;br /&gt;
se retoma se reforma&lt;br /&gt;
e se volta à luz do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o mundo que nos coube&lt;br /&gt;
perpétua ronda de amor&lt;br /&gt;
do criado ao incriado&lt;br /&gt;
por sua vez criador.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Zaida&amp;diff=3460</id>
		<title>Usuário Discussão:Zaida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Zaida&amp;diff=3460"/>
		<updated>2010-04-13T20:31:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Bv}}[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h49min de 9 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bistrô ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, gostei do seu texto na sua página de usuário. Crie uma página para ele e te ajudo a formatá-lo. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 13h28min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== transgressão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, considera-se uma transgressão editar na página de outro usuário. Peço desculpas, mas incluí a &amp;quot;tag poem&amp;quot; na sua página para que você veja como é. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 14h25min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá, não desapareça! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas contribuições aqui são importantes para o nosso Movimento literário e a qualidade dos textos são um presewnte para todos que passarem pelas páginas que você criar. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 12h06min de 12 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, percebi que você criou várias páginas. O site wiki parece complicado a primeira vista, mas como você já percebeu, é super fácil... ainda mais para quem a facilidade com informática que você demonstra ter. Li alguns de seus poemas e gostei de todos. Ter você no Movimento colaborativo sexta poética é algo a ser comemorado!!! Boas contribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h35min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Dúvida ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, não tem como alterar nome de páginas, A solução que temos é mover a página para o título correto. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h08min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Sobre Direitos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Internet é um espaço público. Não podemos utilizar textos com copyright, mesmo citando a fonte. Se o poema que você quer usar tem mais de setenta anos, o copyright expirou ou se o autor o declarou copyleft ou domínio público. Qual é o poema? Mande-me por e-mail, se quiser que eu leia e responda melhor (nevinhoalarcao@gmail.com). Abç, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h34min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Novo teste ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve receber uma notificação de Wikiadmin Sexta Poética de que sua página foi alterada pelo usuário Nevinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje acordei pensando que algumas pessoas usam as palavras pra desafogar mágoas e aliviar angústias, outras são usadas - se afogam e acabam submersas em si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h37min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
::Tenta escrever: &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;, em minhas preferências, no box Assinatura. Marque o box Assinaturas sem atalho automático. O resultado será algo como: [[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;, quando você assinar com &amp;lt;nowiki&amp;gt;~~~~&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h35min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Deu certo! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parabéns, legal. Se quiser, altere o texto &amp;quot;Mande uma mensagem&amp;quot; por qualquer outro. Na wikipédia tem de tudo, tem um que é &amp;quot;falaê&amp;quot;, como os vendedores de mate na praia de copacabana... olha o mate galado olha êêê... AIÓÉ...&lt;br /&gt;
beijo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h01min de 17 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Categorias ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, as categorias são criadas ao serem criadas (!!) rss, é estranho mas é isso mesmo. Se quer criar a categoria &amp;quot;Doce Pecado&amp;quot;, por exemplo, basta no final da página que será categorizada, você escrever &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Doce Pecado]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Essa categoria ficará vermelha, pois não tem página ainda. Aí, você clica nela e abre uma caixa de edição para você fazer a página. Escreva qualquer coisa descrevendo, por exemplo, &amp;quot;Essa categoria reúne poemas feitos sobre um relacionamento inusitado e tal e tal...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você põe &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt; no fim da página. Na categoria zaida aparecerá Doce pecado como uma subcategoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, é meio enrolado, mas vamos conversando que a gente se entende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No box ferramentas, abaixo do box pesquisa tem uma opção &amp;quot;Versão para impressão&amp;quot;, que imprime a página com seu nome, A URL da página e a categoria. Veja se satisfaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo caso, sugiro que também peça a opinião do [[Usuário:Solstag|Solstag]] e do [[Usuário:Ozymandias|Ozy]], os outros dois admin do site. Eles sacam bem mais que eu de wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h01min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Do lixo nasce a flor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado pelo comentário. Na verdade essa página reúne trechos do poema sem fim, que meu amigo Milton Rui depois resolveu separar em várias outras página. Estão todas [[:Categoria:Poema sem fim|aqui]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h14min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== problema com assinatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A assinatura não estava sendo reconhecido por causa da tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; estava aberta, ou seja faltava fechá-la com &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;/poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 18h13min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&amp;lt;strike&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/strike&amp;gt; &#039;&#039;Desculpa pela lambança na sua página de discussão, apaga se preferir, ok?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim (um bom título seria &#039;&#039;&#039;Outras histórias&#039;&#039;&#039;, se me permite sugerir) e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 04h08min de 21 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Repassando a dúvida  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha sugestão é justamente para ficar neutro na questão. Também gostaria que começássemos a formar uma comunidade, que discute as questões. É fácil: cole uma ligação da página (&amp;lt;nowiki&amp;gt;[[nome da página]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;) [[Usuário Discussão:Ozymandias|Aqui]] e/ou [[Usuário Discussão:Solstag|aqui]], perguntando o que deseja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h36min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça normalmente a página do poema e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Só isso, depois vemos como organizar as coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h41min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Mais uma que tem me incomodado...  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se descobrir me ensina, tá? rsss cansei de me incomodar com isso. Tentei editar as minhas preferências na aba Data e hora, diminuindo as três horas da diferença, mas não deu certo. Agora ajustei o fuso para São Paulo, vamos ver... pela previsualização já vi que não deu certo, melhor fazer ascontas Rs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h50min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Re_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perfeito. Parabéns!!! Veja na página que você fez [[Outras Histórias]] que só acrescentei o caracter que você escolheu, e veja o resultado na página da categoria [[:Categoria:Celuesia]]. Agora o que eu sugiro é você separar em pequenas estrofes de até mais ou menos 140 caracteres para virar uma autêntica celuesia (140 caracteres é a capacidade máxima de cada página de SMS).&lt;br /&gt;
Parabéns!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E obrigado pela companhia nesse projeto, que iniciei solitaqriamente em 2007. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h10min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Reee_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Legal sua clave de sol.Gostei do seu [[Vôo]]. Atente para que o guardião, além de impedir a entrada de outros pássaros, não sufoque o passarinho. E cuide bem dele também, pois todos os guardiães (ou guadiões, cfme [http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/plural.htm Nossa Língua Nossa Pátria]) adoram um canto de cotovia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a [[:Categoria:Haikai]], tem a mesma configuração. Os [http://pt.wikipedia.org/wiki/Hai_kai hai kai] são uma delícia tanto de se ler quanto fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaborei com seu [[Outras Histórias]], formatando-o. Se não agradar, reverta. Muito boa a divisão em estrofes, dá mais força aos versos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== adicionando imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, bom dia! Havia me falado sobre incluir imagens. Para isso, leia [[Ajuda:Adicionando imagens|aqui]]. Qualquer dúvida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pente fino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então tá, conto com sua ajuda para uma leitura minuciosa. E será de grande valia, tenhamos a certeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 22h04min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Haikai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, sei que os haikai tradicionais têm o primeiro e último versos quintetos e septetos no segundo verso (5-7-5), mas tenho uma amiga que sempre me manda haikais geralmente quinta-feira e são haikais livres, sem nenhuma regra, apenas com esse espírito japonês, que condensa idéias em algumas palavras. Sempre falo pra ela inserir no site, mas acho que ela tem tenofobia... Enfim, siga seu impulso interior, como já fui aconselhado. Dá certo! hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h08min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Php ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa semana vou ao sebinho, ou se não achar por lá, vou à livraria Cultura (mas, agradável! rsrsr...) Irei ver o que acho sobre php... Estou firme no propósito de aprender. Vamos ver no que dá..--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h33min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apresentação==&lt;br /&gt;
Ops, me desculpe Zaida pela aparente apatia. Na verdade este final de ano está sendo um tanto atarefado, e não tenho tido tanto tempo para fazer o &amp;quot;social&amp;quot;. Mas isto não implica que não acompanhe seus trabalhos. Conforme o tempo for permitindo, vamos conversando. [[Usuário:Ozymandias|Ozymandias]] 10h51min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== categoria árvore e imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[:Categoria:A Árvore dos Segredos]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você tinha dado um  espaço a mais no nome do arquivo. Tem que tal e qual. Veja agora: [[Cantiga das Águas]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== userboxes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, colei da wikipédia. Vamos procurar lá se já não tem algo para a Cecília. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h04min de 29 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Achei ótima! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha de onde tirei a idéia: [[:Categoria:Emquatro]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 23h37min de 30 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida! A brincadeira foi muito bem recebida, eu é que infelizmente estive sem tempo para respondê-la... é um prazer ler suas poesias, adorei a colaboração na brasiléia, acho que de certa forma a brincadeira tomou forma por ali né! Um forte abraço, [[Usuário:Solstag|Solstag]] 11h16min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sonho dourado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu maior desejo é fazer um robô para mandar mensagens para todos os usuários cadastrados. O dia que conseguirmos isso será o MUST!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h09min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Cadê nosso cálice? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: O poema de hoje do Ozy é lindo. Enviei poe email o lembrete para que vocês preencham os [[Sexta poética:Poema da semana|poemas da semana do próximo período]], Você recebeu? Sugira três poemas seus ou de outros poetas que estejam no site. Beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h06min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prelúdio? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caríssima, a página Prelúdio, indicada por você em [[Sexta Poética:Poema da semana]], não existe. O link está vermelho. Proponho que você aproveite a deixa e a escreva. Um prelúdio é sempre mais interessante que o encerramento, nada mais belo do que o começo de qualquer sinfonia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h29min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Uai... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, o nome da página é [[Ozymandias/Prelúdio]]... é a essa que você se refere?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h12min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Naturalmente que pode. No Sexta poética você pode quase tudo!! rss pediria apenas para corrigir na página [[Sexta poética:Poema da semana]]. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h26min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mais dois... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô Zaida, poderia indicar mais dois poemas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h59min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== após o Tributo à Cecília ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha o que meu amigo Anando Rao fez aquele dia que fui ao Café com Letras após o Tributo à Cecília: [[Arquivo:Puxa a rede - Anand.MP3]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente ninguém nunca desenvolveu uma extensão com tocador mp3 para o mediawiki. Então, apesar de estar habilitado esse tipo de artquivo só conseguimos tocá-lo se o executarmos. Mas ouça e me diga o que acha. Achei meio estranho, talvez seja o ouvido do autor,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h51min de 1 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== wikilivros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, também fico feliz que você está se descobrindo nos projetos. Gosto bastante também do wikilivros, Gosto mais do wikisource. No wikilivros conheci o Helder, um cara legal. Enfim, em todos os projetos têm coisas e pessoas interessantes. O Ozy edita mais na wikiversidade, um dos meus favoritos também. beijo procê, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h33min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, muito legal isso que você garimpou. Quando tiver mais tempo, quero dedicar-me mais ao [[Brasiléia]], que acho o suprasumo dos poemas abertos. Você deu uma boa contribuição nele... quem sabe também não compomos esses haikais compostos de duas estrofes? Aceito o desafio. Quanto ao perfume, não sei se terei disponibilidade, mas mande o nome pelo email que se eu puder eu compro no cartão de crédito e a gente acerta dia 23, ok? beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 23h12min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ?? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Usu%C3%A1rio%3AZaida&amp;amp;diff=2563&amp;amp;oldid=2523 Essas edições] são suas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Desculpa não ter assinado a mensagem anterior. Estou boiando por aqui, a barreira do idioma é bastante real, but I&#039;m doing my best. Quanto a seu amigo, a melhor maneira de quebrar a barreira inicial é ligar pra ele e criarem juntos uma página qualquer. Depois, oriente-o para criar uma conta e escrever o nome dele e/ou outras coisas na página de usuário. Talvez se fizerem juntos funcione melhor. Não desperdiçe a chance de mostrar pra alguém o maravilhoso mundo do trabalho colaborativo.`&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 08h39min de 7 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida, adorei colaborar em [[Encontro da lua e sol]]. Só não consegui indexar no meu ícone (#), não sei como fazer. De qualquer modo, gostei do tal &#039;&#039;tanka&#039;&#039;. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h38min de 27 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;font color=&amp;quot;light blue&amp;quot;&amp;gt;É Composto de 5-7-5-7-7 sílabas ou poema de 31 sílabas&amp;lt;/font&amp;gt;. O primeiro verso de [[Encontro da lua e sol]] parece ter 7 fonemas (?). Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h28min de 28 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
:: É uma área bastante complicada, a das [http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaplasmo sinalefas e sinéreses]. Não sei dizer se está errada ou não, apenas acho estrando juntar essas sílabas. Mas tudo bem, está valendo... [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 14h06min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Opinião ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, parece interessante o conceito, mas não consegui elaborar muito a coisa. Acho que merece que você se deixe mais tempo na companhia dessa idéia, sinto que há poesia nisso e um belo poema dizendo da convivência de sentidos e da multiplicidade de mensagens. Qualquer poema traz em si muitos poemas, é fato, mas a idéia de brincar com isso e determinar duas leituras é interessante, requer maturação. Vamos continuar esse diálogo, talvez clareie o caminho. O que você quiz dizer com o poema? Noutras palavras, traduza pra mim o sentimento que te ocupou. E a segunda mensagem, como a vê? beijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h34min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS=Você não fechou a tag poem com /poem e sua assinatura não foi reconhecida. Please, do it!&lt;br /&gt;
::A tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; que você abriu para escrever alguns versos na mensagem anterior. Sua assinatura está ficando quatro tiles. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 10h10min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Teste de assinatura:--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h30min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ==Glauco Callia==&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Zaida , Origado pelo comentário , faço minhas as palavras do poeta e músico português Pedro Abrunhosa , &amp;quot;Eu já disse poemas que não quis escrcever , foram gritos apenas que eu não soube conter&amp;quot;.Estou lendo seu trebalho e gostando muito!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Especialmente para a Poetisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que legal!! Que sua casa tenha muitas paredes para pendurar retratos e telhado por onde se veja o céu. Beijo grande! No dia 04 de março teremos noite de autógrafos na Liv. Cultura do Casa Park . Tenho intenção de publicar em 2010 o primeiro livro do movimento sexta poética. Vamos conversar a respeito? [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poetisa, o seu [[Quando os Ipês Florescem]] me inpirou a criar a sessão &amp;quot;as árvores do Brasil&amp;quot;&amp;quot; no [[Brasiléia]]. Quando tiver uma inspiração, deixe sua verve fluir por lá. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h10min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Você é demais!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valeu, gata!! beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h47min de 25 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Pois é, estou meio desanimado pra fazer esse evento na liv. Cultura... beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h18min de 26 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Poema da Semana e outros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, só hoje pude ler direito sua mensagem. A viagem a São Paulo foi proveitosa. Dei mais uma oficina Sinapse para uma turma da Unidade de Alta Renda e puder comparecer ao Campus Party, onde reencontrei vários companheiros da Wikimedia Brasil. Grande abraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h42min de 4 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estou feliz!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E compartilho contigo: ganhamos a companhia de mais um poeta [[:Categoria:Luiz Martins da Silva|Luiz Martins da Silva]]. Daqui de Brasília mesmo. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h40min de 6 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Amar é... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, queria pedir para releres o [[Amar é...]], consegui dar uma liga no poema que sentia falta. Beijos! --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h36min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC) E super obrigado pelo comentário é claro :D :D --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h38min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Link ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi, pelo título da sua mensagem vê-se que você tem andado de mãos dadas com a inspiração poética (link de algo com algo, rsss). Bom pra nós que teremos com o que se deleitar. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h35min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Uau!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mérito é nosso, poetisa. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 15h32min de 13 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: &amp;quot;Reflexo do cotidiano&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi respondida a questão sobre os direitos autorais e eliminação da página. Abraço. [[Usuário:Jaider|Jaider]] 12h17min de 16 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Sugestão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, nossa admiração é recíproca. Concordo que o título da página pode soar inamistoso e surtir o efeito indesejado de afastar ao invés de agregar. O título e o texto surgiram durante as nossas discussões sobre o poema reflexos que o Jaider inseriu. Vamos ver se conseguimos algo melhor...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18h52min de 17 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Logo do BB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, você carregou [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|essa imagem]] com informação que ela foi retirada da Wikipédia. Na verdade, deve ter sido retirada do Commons, projeto da wikimedia onde são armazenadas as imagens da wikipédia.&lt;br /&gt;
Por favor, copie e cole a URL na SP (gostei da abreviação que o Alê criou!! hehe_) Abreijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 13h06min de 18 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Acho que seria &amp;quot;de bom alvitre&amp;quot; (rss) copiar e colar [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|no sumário dessa imagem]] o endereço de onde ela foi copiada. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 22 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::: [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs].[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h24min de 23 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
Zaida, qual logo? [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs],[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h54min de 9 de março de 2010 (UTC) Dãããhhh! Já eliminei. Abreijos [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h55min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por falar em poemas abertos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciei [[Eletricidade da chuva|esse]]. Agora imaginei que sua casa deve estar nessa imagem, rss ABreijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h50min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tempo/Time/Zeit... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado Zaida. Vou tentar encontrar mais tempo (mas está difícil!). rsrs. &#039;&#039;Chronos&#039;&#039; anda apressado ultimamente... Nos ponteiros do relógio, cada vez mais, horas parecem minutos e minutos parecem segundos. E consequentemente meses se paressem com semanas... &amp;lt;br&amp;gt; Hora de ir! Boa tarde/noite/dia/tarde/noite/dia/tarde/noite/dia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[Usuário:Jaider|Jaider]] 17h16min de 10 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Hello ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hello minha poetisa preferida. Amanhã viajo abroad to Disney World. Could you take care of our site? I&#039;ll be back home on march 30, Tx [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 00h56min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Obrigado, ter amigos é presente divino. Acertou, presente de doze anos prometido desde que ela tinha nove rsss agora não teve jeito de dizer não rsss mas também vou curtir rodar pela Flórida numa grand cherokee (afinal, eu tinha que me presentear também!) beijo, fica com Deus. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h45min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obrigada amiga! ==&lt;br /&gt;
Zaida, você é uma pessoa dona de uma sensibilidade a flor da pele...&lt;br /&gt;
Escreve com a alma... (isto é lindo!)&lt;br /&gt;
Verdadeiramente me acolhou, sem nunca ter visto minha face, sem conhecer minha história, minha vida... sinto-me aqui rodeada de amigos.&lt;br /&gt;
Grata por tudo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande abraço de sua amiga.--[[Especial:Contribuições/201.68.205.175|201.68.205.175]] 19h26min de 4 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Formatação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida! Q isso não foi nada. Há vários guias de edição de wiki, aqui mesmo na sexta poética, se você clicar em [[Ajuda:Conteúdos|Ajuda]] no menu à esquerda, há na página uma opção [[Ajuda:Editando|Editando]]. E dessas aí que vc falou só conheço COBOL, mas nunca programei haha. Bjs, --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 18h56min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== mensagem para o solstag ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A propósito da sua mensagem , criei http://br.wikimedia.org/wiki/Portal:Poetas para iniciarmos algo assim. Os portais foram uma idéia que ele divulgou hoje na WMBr. Achei interessante e criei esse portal para os poetas. Lá podemos oferecer o SP como ambiente real de compartilhamento da produção de cada um. Que tal iniciar editando algum comentário? Hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h05min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, adorei lhe conhecer. Engraçado é que o nome de alguma forma nos aciona o imaginário e você é totalmente diferente do que pensei. Você é muito charmosa, bonita e tem idéias saudáveis em relação ao ambiente. Uma grata surpresa. Sinta-se sempre bem vinda em nossa Aldeiabambuzal, onde queremos conviver com tudo de bom e sustentável que a natureza tenha a nos proporcionar. Deixo com você umas quadrinhas do Agostinho da Silva, poeta e professor português de quem sou fã, outro fiel amante da Flora de Gaia. &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
O mundo é só o poema&lt;br /&gt;
em que Deus se transformou&lt;br /&gt;
Ele existe e não existe&lt;br /&gt;
tal a pessoa que sou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo momento que foge&lt;br /&gt;
a eternidade encerra&lt;br /&gt;
só atingirás o céu&lt;br /&gt;
por cuidado passo em terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja isto somente&lt;br /&gt;
o de mais perfeito ensino&lt;br /&gt;
ter a pessoa liberdade&lt;br /&gt;
de se entregar ao destino.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Zaida&amp;diff=3459</id>
		<title>Usuário Discussão:Zaida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Zaida&amp;diff=3459"/>
		<updated>2010-04-13T20:29:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Bv}}[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h49min de 9 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bistrô ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, gostei do seu texto na sua página de usuário. Crie uma página para ele e te ajudo a formatá-lo. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 13h28min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== transgressão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, considera-se uma transgressão editar na página de outro usuário. Peço desculpas, mas incluí a &amp;quot;tag poem&amp;quot; na sua página para que você veja como é. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 14h25min de 10 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá, não desapareça! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas contribuições aqui são importantes para o nosso Movimento literário e a qualidade dos textos são um presewnte para todos que passarem pelas páginas que você criar. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 12h06min de 12 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Olá! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, percebi que você criou várias páginas. O site wiki parece complicado a primeira vista, mas como você já percebeu, é super fácil... ainda mais para quem a facilidade com informática que você demonstra ter. Li alguns de seus poemas e gostei de todos. Ter você no Movimento colaborativo sexta poética é algo a ser comemorado!!! Boas contribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h35min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Dúvida ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, não tem como alterar nome de páginas, A solução que temos é mover a página para o título correto. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h08min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Sobre Direitos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Internet é um espaço público. Não podemos utilizar textos com copyright, mesmo citando a fonte. Se o poema que você quer usar tem mais de setenta anos, o copyright expirou ou se o autor o declarou copyleft ou domínio público. Qual é o poema? Mande-me por e-mail, se quiser que eu leia e responda melhor (nevinhoalarcao@gmail.com). Abç, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h34min de 13 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Novo teste ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve receber uma notificação de Wikiadmin Sexta Poética de que sua página foi alterada pelo usuário Nevinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje acordei pensando que algumas pessoas usam as palavras pra desafogar mágoas e aliviar angústias, outras são usadas - se afogam e acabam submersas em si mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h37min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
::Tenta escrever: &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;, em minhas preferências, no box Assinatura. Marque o box Assinaturas sem atalho automático. O resultado será algo como: [[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;, quando você assinar com &amp;lt;nowiki&amp;gt;~~~~&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h35min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Deu certo! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
parabéns, legal. Se quiser, altere o texto &amp;quot;Mande uma mensagem&amp;quot; por qualquer outro. Na wikipédia tem de tudo, tem um que é &amp;quot;falaê&amp;quot;, como os vendedores de mate na praia de copacabana... olha o mate galado olha êêê... AIÓÉ...&lt;br /&gt;
beijo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h01min de 17 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Categorias ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, as categorias são criadas ao serem criadas (!!) rss, é estranho mas é isso mesmo. Se quer criar a categoria &amp;quot;Doce Pecado&amp;quot;, por exemplo, basta no final da página que será categorizada, você escrever &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Doce Pecado]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Essa categoria ficará vermelha, pois não tem página ainda. Aí, você clica nela e abre uma caixa de edição para você fazer a página. Escreva qualquer coisa descrevendo, por exemplo, &amp;quot;Essa categoria reúne poemas feitos sobre um relacionamento inusitado e tal e tal...&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você põe &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt; no fim da página. Na categoria zaida aparecerá Doce pecado como uma subcategoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É, é meio enrolado, mas vamos conversando que a gente se entende.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No box ferramentas, abaixo do box pesquisa tem uma opção &amp;quot;Versão para impressão&amp;quot;, que imprime a página com seu nome, A URL da página e a categoria. Veja se satisfaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todo caso, sugiro que também peça a opinião do [[Usuário:Solstag|Solstag]] e do [[Usuário:Ozymandias|Ozy]], os outros dois admin do site. Eles sacam bem mais que eu de wiki.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h01min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Do lixo nasce a flor ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado pelo comentário. Na verdade essa página reúne trechos do poema sem fim, que meu amigo Milton Rui depois resolveu separar em várias outras página. Estão todas [[:Categoria:Poema sem fim|aqui]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h14min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== problema com assinatura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A assinatura não estava sendo reconhecido por causa da tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; estava aberta, ou seja faltava fechá-la com &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;/poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 18h13min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&amp;lt;strike&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/strike&amp;gt; &#039;&#039;Desculpa pela lambança na sua página de discussão, apaga se preferir, ok?&#039;&#039;&lt;br /&gt;
== Projeto celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, faça uma página com este seu poema enviado via sms pra mim (um bom título seria &#039;&#039;&#039;Outras histórias&#039;&#039;&#039;, se me permite sugerir) e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Calegoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Na página [[:Categoria:Celuesia]], escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Zaida]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Quem sabe não será nossa publicação conjunta?!&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há histórias que se contam com palavras&lt;br /&gt;
Outras com silêncios&lt;br /&gt;
Outras com pequenos gestos&lt;br /&gt;
Outras, ainda, com emoções...&lt;br /&gt;
E outras com beijos...&lt;br /&gt;
Mas há aquelas que intensamente profundas&lt;br /&gt;
contam-se com palavras e silêncios, pequenos gestos, emoções, beijos...&lt;br /&gt;
E o amor... Ah o amor...&lt;br /&gt;
Esse sim, com quantas palavras se conta?&lt;br /&gt;
Enquanto não descubro, me contento em ir só contando outras histórias...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;9:44 17/9/09&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 04h08min de 21 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Repassando a dúvida  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha sugestão é justamente para ficar neutro na questão. Também gostaria que começássemos a formar uma comunidade, que discute as questões. É fácil: cole uma ligação da página (&amp;lt;nowiki&amp;gt;[[nome da página]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;) [[Usuário Discussão:Ozymandias|Aqui]] e/ou [[Usuário Discussão:Solstag|aqui]], perguntando o que deseja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h36min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça normalmente a página do poema e escreva na última linha &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Celuesia]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Só isso, depois vemos como organizar as coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h41min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== RE:Mais uma que tem me incomodado...  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se descobrir me ensina, tá? rsss cansei de me incomodar com isso. Tentei editar as minhas preferências na aba Data e hora, diminuindo as três horas da diferença, mas não deu certo. Agora ajustei o fuso para São Paulo, vamos ver... pela previsualização já vi que não deu certo, melhor fazer ascontas Rs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h50min de 22 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Re_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perfeito. Parabéns!!! Veja na página que você fez [[Outras Histórias]] que só acrescentei o caracter que você escolheu, e veja o resultado na página da categoria [[:Categoria:Celuesia]]. Agora o que eu sugiro é você separar em pequenas estrofes de até mais ou menos 140 caracteres para virar uma autêntica celuesia (140 caracteres é a capacidade máxima de cada página de SMS).&lt;br /&gt;
Parabéns!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E obrigado pela companhia nesse projeto, que iniciei solitaqriamente em 2007. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 00h10min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Reee_Celuesia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Legal sua clave de sol.Gostei do seu [[Vôo]]. Atente para que o guardião, além de impedir a entrada de outros pássaros, não sufoque o passarinho. E cuide bem dele também, pois todos os guardiães (ou guadiões, cfme [http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/plural.htm Nossa Língua Nossa Pátria]) adoram um canto de cotovia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veja a [[:Categoria:Haikai]], tem a mesma configuração. Os [http://pt.wikipedia.org/wiki/Hai_kai hai kai] são uma delícia tanto de se ler quanto fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colaborei com seu [[Outras Histórias]], formatando-o. Se não agradar, reverta. Muito boa a divisão em estrofes, dá mais força aos versos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 02h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== adicionando imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, bom dia! Havia me falado sobre incluir imagens. Para isso, leia [[Ajuda:Adicionando imagens|aqui]]. Qualquer dúvida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h16min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pente fino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então tá, conto com sua ajuda para uma leitura minuciosa. E será de grande valia, tenhamos a certeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 22h04min de 23 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Haikai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, sei que os haikai tradicionais têm o primeiro e último versos quintetos e septetos no segundo verso (5-7-5), mas tenho uma amiga que sempre me manda haikais geralmente quinta-feira e são haikais livres, sem nenhuma regra, apenas com esse espírito japonês, que condensa idéias em algumas palavras. Sempre falo pra ela inserir no site, mas acho que ela tem tenofobia... Enfim, siga seu impulso interior, como já fui aconselhado. Dá certo! hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h08min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Php ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa semana vou ao sebinho, ou se não achar por lá, vou à livraria Cultura (mas, agradável! rsrsr...) Irei ver o que acho sobre php... Estou firme no propósito de aprender. Vamos ver no que dá..--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h33min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Apresentação==&lt;br /&gt;
Ops, me desculpe Zaida pela aparente apatia. Na verdade este final de ano está sendo um tanto atarefado, e não tenho tido tanto tempo para fazer o &amp;quot;social&amp;quot;. Mas isto não implica que não acompanhe seus trabalhos. Conforme o tempo for permitindo, vamos conversando. [[Usuário:Ozymandias|Ozymandias]] 10h51min de 28 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== categoria árvore e imagem ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[:Categoria:A Árvore dos Segredos]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você tinha dado um  espaço a mais no nome do arquivo. Tem que tal e qual. Veja agora: [[Cantiga das Águas]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== userboxes ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, colei da wikipédia. Vamos procurar lá se já não tem algo para a Cecília. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h04min de 29 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Achei ótima! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha de onde tirei a idéia: [[:Categoria:Emquatro]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 23h37min de 30 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Apresentação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida! A brincadeira foi muito bem recebida, eu é que infelizmente estive sem tempo para respondê-la... é um prazer ler suas poesias, adorei a colaboração na brasiléia, acho que de certa forma a brincadeira tomou forma por ali né! Um forte abraço, [[Usuário:Solstag|Solstag]] 11h16min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sonho dourado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu maior desejo é fazer um robô para mandar mensagens para todos os usuários cadastrados. O dia que conseguirmos isso será o MUST!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h09min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Cadê nosso cálice? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: O poema de hoje do Ozy é lindo. Enviei poe email o lembrete para que vocês preencham os [[Sexta poética:Poema da semana|poemas da semana do próximo período]], Você recebeu? Sugira três poemas seus ou de outros poetas que estejam no site. Beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h06min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prelúdio? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caríssima, a página Prelúdio, indicada por você em [[Sexta Poética:Poema da semana]], não existe. O link está vermelho. Proponho que você aproveite a deixa e a escreva. Um prelúdio é sempre mais interessante que o encerramento, nada mais belo do que o começo de qualquer sinfonia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h29min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Uai... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, o nome da página é [[Ozymandias/Prelúdio]]... é a essa que você se refere?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h12min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Naturalmente que pode. No Sexta poética você pode quase tudo!! rss pediria apenas para corrigir na página [[Sexta poética:Poema da semana]]. Beijo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h26min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mais dois... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô Zaida, poderia indicar mais dois poemas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h59min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== após o Tributo à Cecília ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, olha o que meu amigo Anando Rao fez aquele dia que fui ao Café com Letras após o Tributo à Cecília: [[Arquivo:Puxa a rede - Anand.MP3]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente ninguém nunca desenvolveu uma extensão com tocador mp3 para o mediawiki. Então, apesar de estar habilitado esse tipo de artquivo só conseguimos tocá-lo se o executarmos. Mas ouça e me diga o que acha. Achei meio estranho, talvez seja o ouvido do autor,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h51min de 1 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== wikilivros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, também fico feliz que você está se descobrindo nos projetos. Gosto bastante também do wikilivros, Gosto mais do wikisource. No wikilivros conheci o Helder, um cara legal. Enfim, em todos os projetos têm coisas e pessoas interessantes. O Ozy edita mais na wikiversidade, um dos meus favoritos também. beijo procê, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h33min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, muito legal isso que você garimpou. Quando tiver mais tempo, quero dedicar-me mais ao [[Brasiléia]], que acho o suprasumo dos poemas abertos. Você deu uma boa contribuição nele... quem sabe também não compomos esses haikais compostos de duas estrofes? Aceito o desafio. Quanto ao perfume, não sei se terei disponibilidade, mas mande o nome pelo email que se eu puder eu compro no cartão de crédito e a gente acerta dia 23, ok? beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 23h12min de 2 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ?? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Usu%C3%A1rio%3AZaida&amp;amp;diff=2563&amp;amp;oldid=2523 Essas edições] são suas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Desculpa não ter assinado a mensagem anterior. Estou boiando por aqui, a barreira do idioma é bastante real, but I&#039;m doing my best. Quanto a seu amigo, a melhor maneira de quebrar a barreira inicial é ligar pra ele e criarem juntos uma página qualquer. Depois, oriente-o para criar uma conta e escrever o nome dele e/ou outras coisas na página de usuário. Talvez se fizerem juntos funcione melhor. Não desperdiçe a chance de mostrar pra alguém o maravilhoso mundo do trabalho colaborativo.`&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Beijo,[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 08h39min de 7 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tanka ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Zaida, adorei colaborar em [[Encontro da lua e sol]]. Só não consegui indexar no meu ícone (#), não sei como fazer. De qualquer modo, gostei do tal &#039;&#039;tanka&#039;&#039;. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h38min de 27 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;lt;font color=&amp;quot;light blue&amp;quot;&amp;gt;É Composto de 5-7-5-7-7 sílabas ou poema de 31 sílabas&amp;lt;/font&amp;gt;. O primeiro verso de [[Encontro da lua e sol]] parece ter 7 fonemas (?). Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h28min de 28 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
:: É uma área bastante complicada, a das [http://pt.wikipedia.org/wiki/Metaplasmo sinalefas e sinéreses]. Não sei dizer se está errada ou não, apenas acho estrando juntar essas sílabas. Mas tudo bem, está valendo... [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 14h06min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Opinião ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, parece interessante o conceito, mas não consegui elaborar muito a coisa. Acho que merece que você se deixe mais tempo na companhia dessa idéia, sinto que há poesia nisso e um belo poema dizendo da convivência de sentidos e da multiplicidade de mensagens. Qualquer poema traz em si muitos poemas, é fato, mas a idéia de brincar com isso e determinar duas leituras é interessante, requer maturação. Vamos continuar esse diálogo, talvez clareie o caminho. O que você quiz dizer com o poema? Noutras palavras, traduza pra mim o sentimento que te ocupou. E a segunda mensagem, como a vê? beijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h34min de 30 de Novembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS=Você não fechou a tag poem com /poem e sua assinatura não foi reconhecida. Please, do it!&lt;br /&gt;
::A tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; que você abriu para escrever alguns versos na mensagem anterior. Sua assinatura está ficando quatro tiles. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 10h10min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Teste de assinatura:--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h30min de 2 de Dezembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ==Glauco Callia==&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Zaida , Origado pelo comentário , faço minhas as palavras do poeta e músico português Pedro Abrunhosa , &amp;quot;Eu já disse poemas que não quis escrcever , foram gritos apenas que eu não soube conter&amp;quot;.Estou lendo seu trebalho e gostando muito!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Especialmente para a Poetisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que legal!! Que sua casa tenha muitas paredes para pendurar retratos e telhado por onde se veja o céu. Beijo grande! No dia 04 de março teremos noite de autógrafos na Liv. Cultura do Casa Park . Tenho intenção de publicar em 2010 o primeiro livro do movimento sexta poética. Vamos conversar a respeito? [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poetisa, o seu [[Quando os Ipês Florescem]] me inpirou a criar a sessão &amp;quot;as árvores do Brasil&amp;quot;&amp;quot; no [[Brasiléia]]. Quando tiver uma inspiração, deixe sua verve fluir por lá. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h10min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Você é demais!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valeu, gata!! beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h47min de 25 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Pois é, estou meio desanimado pra fazer esse evento na liv. Cultura... beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h18min de 26 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Poema da Semana e outros ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, só hoje pude ler direito sua mensagem. A viagem a São Paulo foi proveitosa. Dei mais uma oficina Sinapse para uma turma da Unidade de Alta Renda e puder comparecer ao Campus Party, onde reencontrei vários companheiros da Wikimedia Brasil. Grande abraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h42min de 4 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estou feliz!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E compartilho contigo: ganhamos a companhia de mais um poeta [[:Categoria:Luiz Martins da Silva|Luiz Martins da Silva]]. Daqui de Brasília mesmo. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h40min de 6 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Amar é... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida, queria pedir para releres o [[Amar é...]], consegui dar uma liga no poema que sentia falta. Beijos! --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h36min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC) E super obrigado pelo comentário é claro :D :D --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h38min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Link ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi, pelo título da sua mensagem vê-se que você tem andado de mãos dadas com a inspiração poética (link de algo com algo, rsss). Bom pra nós que teremos com o que se deleitar. Beijo, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h35min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Uau!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mérito é nosso, poetisa. beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 15h32min de 13 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: &amp;quot;Reflexo do cotidiano&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi respondida a questão sobre os direitos autorais e eliminação da página. Abraço. [[Usuário:Jaider|Jaider]] 12h17min de 16 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Sugestão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, nossa admiração é recíproca. Concordo que o título da página pode soar inamistoso e surtir o efeito indesejado de afastar ao invés de agregar. O título e o texto surgiram durante as nossas discussões sobre o poema reflexos que o Jaider inseriu. Vamos ver se conseguimos algo melhor...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18h52min de 17 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Logo do BB ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, você carregou [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|essa imagem]] com informação que ela foi retirada da Wikipédia. Na verdade, deve ter sido retirada do Commons, projeto da wikimedia onde são armazenadas as imagens da wikipédia.&lt;br /&gt;
Por favor, copie e cole a URL na SP (gostei da abreviação que o Alê criou!! hehe_) Abreijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 13h06min de 18 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Acho que seria &amp;quot;de bom alvitre&amp;quot; (rss) copiar e colar [[:Arquivo:Banco do Brasil logo.png|no sumário dessa imagem]] o endereço de onde ela foi copiada. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h51min de 22 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::: [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs].[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h24min de 23 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
Zaida, qual logo? [http://en.wiktionary.org/wiki/hug#Translations Hugs],[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h54min de 9 de março de 2010 (UTC) Dãããhhh! Já eliminei. Abreijos [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h55min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Por falar em poemas abertos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
iniciei [[Eletricidade da chuva|esse]]. Agora imaginei que sua casa deve estar nessa imagem, rss ABreijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h50min de 9 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tempo/Time/Zeit... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado Zaida. Vou tentar encontrar mais tempo (mas está difícil!). rsrs. &#039;&#039;Chronos&#039;&#039; anda apressado ultimamente... Nos ponteiros do relógio, cada vez mais, horas parecem minutos e minutos parecem segundos. E consequentemente meses se paressem com semanas... &amp;lt;br&amp;gt; Hora de ir! Boa tarde/noite/dia/tarde/noite/dia/tarde/noite/dia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[Usuário:Jaider|Jaider]] 17h16min de 10 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re:Hello ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hello minha poetisa preferida. Amanhã viajo abroad to Disney World. Could you take care of our site? I&#039;ll be back home on march 30, Tx [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 00h56min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Obrigado, ter amigos é presente divino. Acertou, presente de doze anos prometido desde que ela tinha nove rsss agora não teve jeito de dizer não rsss mas também vou curtir rodar pela Flórida numa grand cherokee (afinal, eu tinha que me presentear também!) beijo, fica com Deus. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h45min de 18 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obrigada amiga! ==&lt;br /&gt;
Zaida, você é uma pessoa dona de uma sensibilidade a flor da pele...&lt;br /&gt;
Escreve com a alma... (isto é lindo!)&lt;br /&gt;
Verdadeiramente me acolhou, sem nunca ter visto minha face, sem conhecer minha história, minha vida... sinto-me aqui rodeada de amigos.&lt;br /&gt;
Grata por tudo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grande abraço de sua amiga.--[[Especial:Contribuições/201.68.205.175|201.68.205.175]] 19h26min de 4 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Re: Formatação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oi Zaida! Q isso não foi nada. Há vários guias de edição de wiki, aqui mesmo na sexta poética, se você clicar em [[Ajuda:Conteúdos|Ajuda]] no menu à esquerda, há na página uma opção [[Ajuda:Editando|Editando]]. E dessas aí que vc falou só conheço COBOL, mas nunca programei haha. Bjs, --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 18h56min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== mensagem para o solstag ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:A propósito da sua mensagem , criei http://br.wikimedia.org/wiki/Portal:Poetas para iniciarmos algo assim. Os portais foram uma idéia que ele divulgou hoje na WMBr. Achei interessante e criei esse portal para os poetas. Lá podemos oferecer o SP como ambiente real de compartilhamento da produção de cada um. Que tal iniciar editando algum comentário? Hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 19h05min de 8 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zaida, adorei lhe conhecer. Engraçado é que o nome de alguma forma nos aciona o imaginário e você é totalmente diferente do que pensei. Você é muito charmosa, bonita e tem idéias saudáveis em relação ao ambiente. Uma grata surpresa. Sinta-se sempre bem vinda em nossa Aldeiabambuzal, onde queremos conviver com tudo de bom e sustentável que a natureza tenha a nos proporcionar.&lt;br /&gt;
Deixo com você umas quadrinhas do Agostinho da Silva, poeta e professor português, outro fiel amante da Flora de Gaia. &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
O mundo é só o poema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em que Deus se transformou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele existe e não existe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tal a pessoa que sou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo momento que foge&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a eternidade encerra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
só atingirás o céu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por cuidado passo em terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez seja isto somente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o de mais perfeito ensino&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ter a pessoa liberdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de se entregar ao destino.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Sexta_Po%C3%A9tica_Discuss%C3%A3o:Bistr%C3%B4&amp;diff=3457</id>
		<title>Sexta Poética Discussão:Bistrô</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Sexta_Po%C3%A9tica_Discuss%C3%A3o:Bistr%C3%B4&amp;diff=3457"/>
		<updated>2010-04-13T19:53:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: /* oi */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:600px-Wikibrasil.png|200 px|right]]Quando Alexandre I da Rússia invadiu Paris, seus soldados iam aos bares e restaurantes da cidade e gritavam &amp;quot;bistrô, bistrô&amp;quot;, que em russo quer dizer &amp;quot;rápido, rápido&amp;quot;. Por isso, esses pequenos e charmosos bares com estilo francês recebem este nome. Aqui no Bistrô da Sexta Poética você não precisa de pressa. Acomode-se e calmamente converse sobre qualquer coisa, puxe papo sobre qualquer assunto. Vai ter sempre alguém para dialogar...&lt;br /&gt;
&amp;lt;p class=&amp;quot;plainlinks&amp;quot; style=&amp;quot;text-align:center&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;Font size=5&amp;gt;[http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Bistr%C3%B4&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=new Para iniciar um assunto novo clique aqui]&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==oi==&lt;br /&gt;
oi pessoal, desculpem se cheguei assim voando meio pesado com asa de avestruz. Acho que me entusiasmei com o desafio da brincadeira. Na verdade eu sou ave das miúdas, me chamam de Pinto. Demorei a aceitar mas agora vivo bem com esse meu sobrenome, digamos assim, insinuante. Afinal sem tesão não há solução, dizem os terapeutas. Um nome um tanto polêmico esse, que gerou casos muito engraçados na família. Tenho algumas primas que se recusaram a ficar sendo chamadas Pinto Fourreaux e uma tia que se chama Alexandrina Botelho Pinto. Uma senhora muito distinta, diga-se de passagem. Mas afinal, que seria de nós sem o pinto? abraços, Pintoandrade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
:: rsrsr....Oi, Pinto! Tô aqui rindo da confusão de nomes, palavras, despalavras e significados... Quando falei sobre avestruz não quis dar a entonação de pesado e sim de que suas asas de poeta são grandes, mais similares a de um avestruz que de pinto. Acredito que debaixo delas sairão muitos poemas. Sobre pinto, particularmente, adoro eles. São tão bonitinhos e fofinhos... rsrsrs! Olha essa história de nomes até daria um poema a ser composto dentro da categoria de Poemas abertos, pois todos temos histórias para contar sobre o assunto. Veja aqui mesmo no bristrô o título: Conversa Difícil... história de nomes..rsrss. Um abraço. --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 22h02min de 6 de março de 2010 (UTC) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
oi&lt;br /&gt;
{{Sem assinatura}}&lt;br /&gt;
:oi, você, infelizmente você não disse mais nada nem deixou seu nome. Sua intervenção ficou assinada pelo IP da sua máquina, mas conforme as [[Sexta Poética:Política de privacidade|políticas de privacidade]] do Site, não há como saber quem nem de onde você é. Mas o mais importante é que você se comunicou com as pessoas que entrarem aqui no &#039;&#039;&#039;Bistrô da Sexta poética&#039;&#039;&#039;. Tudo bem com você? Se você quiser deixar seu nome vai ser mais legal. Ou se quiser deixar sua assinatura wiki terá que se [[Especial:Entrar|cadastrar no site]] e assinar usando quatro tiles &amp;lt;nowiki&amp;gt;~~~~&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. (ao mostrar previsão desta minha mensagem-resposta, percebi que o relógio está 3 horas adiantado.Um abraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 10h28min de 28 de março de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Entrei !!!!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nevinho,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
estou na página, publiquei &amp;quot; A OBRA &amp;quot;. Para começar. Espero que isso me anime a dar seqüência ao projeto do livro. E que besteira é mudar ortografia!!!! Para quem ama o trema, a crase, haverá crise ... de identidade, talvez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
obrigado pela oportunidade, pela idéia, estamos vivos!!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
abração,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
William [[Especial:Contribuições/201.217.5.42|201.217.5.42]] 14h08min de 7 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
:Muito bom, William. Vamos em frenre que atrás vem gente! Este é um lugar pra gente discutir a obra! rsss Você já viu a página do nosso livro [[:Categoria:Emquatro|EmQuatro]]? Aos poucos quero impostar os poemas das meninas também. Abraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 15h27min de 7 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
PS- como você não estava logado (link Entrar) sua assinatura ficou o IP da sua máquina.&lt;br /&gt;
== com sede?==&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Taça de água.jpg|thumb|center|250 px| &#039;&#039;&#039;lembre-se:beba bastante água!&#039;&#039;&#039;]]&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 19h57min de 17 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
==O que podemos fazer?==&lt;br /&gt;
===Para que nosso Bistrô seja mais frequentado?===&lt;br /&gt;
talvez iniciar conversas e convidar wikieditores para dar sua opinião. Quais conversas são interessantes para o Movsexta e para a maioria dos editores ou mesmo para alguns?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 08h15min de 9 de Agosto de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====gripe suina====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====fair use====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====crise no Senado====&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ajude-me ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desculpem-me, não ficaram muito claras algumas dicas para mim. Não entendi, por exemplo, porque o texto que escrevi perdeu a formatação. Como fazer com que permaneça com a formatação original. Não consegui anexar uma figura, ou anexei em lugar indevido.. Gratíssima Nevinho. Esse lugar será muito especial para mim... Uma espécie de terapeuta virtual...--[[Especial:Contribuições/201.24.60.70|201.24.60.70]] 18h45min de 9 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
{{Sem assinatura}}&lt;br /&gt;
: Vamos por partes: primeiro, vi que você escreveu na sua página de usuário. Tudo bem, mas é melhor criar uma página para o seu texto. Basta digitar o nome que escolher no box de busca e pressionar o botão Ir. Leia [[Ajuda:Conteúdos]] para saber mais. Para que permaneça da formatação original, usamos a tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 13h25min de 10 de Setembro de 2009&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OLÁ PESSOAL.FIZ A MINHA CONTA MAS, NÃO SEI SE OUTRAS PESSOAS PODERÃO ACESSÁ-LA, ESCREVI APENAS UMA COMTEMPLAÇÃO.....SERÁ QUE ALGUÉM VAI ENCONTRÁ-LA POR AI!? cOPIEI O ENDEREÇO DA PAGINA E ESPERO QUE FUNCIONE!!&lt;br /&gt;
http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Ajuda:Editando#Pr.C3.A9-visualizando_e_salvando--Nikita-H2O 11h07min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Vai um café gelado? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Num bistrô não pode faltar um café especial&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bater na batedeira 50g de Nescafé (ou outra marca)&lt;br /&gt;
Uma xícara de água&lt;br /&gt;
Duas xícaras de ácucar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando bem espumoso, como neve&lt;br /&gt;
Leve a um recipiente e ao congelador&lt;br /&gt;
Deixe gelar, firmar...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sirva a colheradas&lt;br /&gt;
Sobre um leite quente, ou&lt;br /&gt;
Sobre a água quente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experimentem... É uma delícia!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Genial! Vou experimentar. Obrigado pela receita,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Problema no software, não está sainda a assinatura, vou tentar descobrir por que.&lt;br /&gt;
:: Não era problema de software, era um tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; que não fora fechado. Abs, [[Usuário:Solstag|Solstag]]&lt;br /&gt;
:::Dããã, very thanks, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h57min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pobreminha de autenticação (login)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Névio, a autenticação de usuários (logar, deslogar) está acontecendo separadamente entre os endereços &amp;quot;sextapoetica.com.br&amp;quot; e &amp;quot;www.sextapoetica.com.br&amp;quot;. Assim se eu logo em um, continuo deslogado no outro. Parece um problema na configuração do servidor, talvez o Ozy saiba dizer melhor... Abs, [[Usuário:Solstag|Solstag]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse campo, não sei pra que lado fica o gol...Ozymandias, de dentro de suas cavernas grandiosas, teatros subterrâneos, galerias onde ecoam vozes do além, socorrei-nos!!! [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h56min de 15 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
==início de conversa==&lt;br /&gt;
Oi &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou sentar aqui e tomar um café geldo desses aí!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada moço!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tou lendo essa poesia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente, Icaro precisava voar, precisava ser sol...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes é bom voar,poder voar e ser sol..&lt;br /&gt;
::É, esse poema é uma homenagem a todos que perseveram em seus sonhos, mesmo diante dos perigos que voar alto traz. Às vezes, derreter-se é mesmo uma necessidade. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 09h34min de 18 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sentando-me ao lado de vocês, derretendo de calor e saboreando o café gelado após um dia de vôos para cá e para lá.˜˜˜˜  oops..coloquei meus tiles e nada aconteceu - devo estar voando ainda :-)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:É... não sei o que pode ter acontecido com sua assinatura. Seus tiles devem ser voadores demais (rss). Mas tudo bem, interessante é que está derretendo de calor e voando alto e isso é justamente o que estávamos conversando, sobre o poema [[As Asas de Ícaro]]. Super bem vinda, BDieu (pelas mudanças recentes, vi que era você). hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h47min de 24 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conversa Difícil... ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa, conversa difícil essa aí de cima, hein? Pra começar não entendi nem o problema!?...rsrs&lt;br /&gt;
Garçom! Mais um desse café que derrete no leite que nem as asas do tal de Ícaro.&lt;br /&gt;
E os nomes...? Solstag? Será uma mistura de soltício solar com tags?&lt;br /&gt;
E Ozy? Serás um deus, um vampiro, um corcunda ou apenas mais uma alma penada como todas nós que transpiramos poesias mal feitas repletas de lucubrações emotivas? Vai lá... Faça-se sua magia: &amp;quot;Dai a César o que é de César&amp;quot;. Tens nome de deus mesmo!&lt;br /&gt;
Valeu pessoal, desculpem as brincadeiras... só descontração. Um prazer estar com todos vocês nessa sexta e nas próximas também!&lt;br /&gt;
Um abraço, o café tá bom, mas o sono tá chegando... Boa noite! Até...&lt;br /&gt;
--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 05h46min de 20 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Eu era bastante descomplicado - ou não - quando cunhei essa alcunha, tinha qualquer coisa de 12 anos. Não me lembro dos detalhes, mas soava bem... Sol e Êxtase, talvez, quem sabe. Eu mal sei o que penso hoje, quem dirá saber o que pensei então. :) E Zaida, é nome de batizar? Nunca vi assim. Bom Dia! [[Usuário:Solstag|Solstag]] 11h46min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Eu nem escolha tive, apenas esta: de optar pela metade que não é deus, mas a preferida do sultão. Batizaram-me &#039;&#039;Elizaida&#039;&#039;. Helen, como miha mãe queria era complicado para o meu pai. Aceitou, porém, Elizaida. A filha do vizinho árabe que vendia tecidos. Este não lhe pareceu complicado!? Vai entender... Eli (deus) e Zaida optei, pois nada tenho de deus ou deusa... E assim fiquei: Zaida, com uma dose suplementar de carinho: Daida. Valeu a sua resposta, agora soa melhor muito bem pra mim: sol e êxtase... divino! Tenha um ótimo final de 6a. poética e uma semana iluminada, nascendo todos os dias e se renovando como na Gênesis. Um abraço. --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h43min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ortografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá,&lt;br /&gt;
Sou um usuário recém chegado no sexta poética.&lt;br /&gt;
Gostaria de saber se é possível ter ajuda de um corretor ortográfico?&lt;br /&gt;
Saudações&lt;br /&gt;
Lauro&lt;br /&gt;
Ps.Parabéns pelo site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Prezado Lauro, fique à vontade para propor qualquer coisa nesse sentido. Não entendi bem seu corretor ortográfico, seria uma funcionalidade de software ou alguém fazendo isso? Sempre assine seus comentários com quatro tiles (&amp;lt;nowiki&amp;gt;~~~~&amp;lt;/nowiki&amp;gt;). Se fizer isso enquanto estiver &amp;quot;dentro&amp;quot; do ambiente, fará com que apareça seu nome, hora e dia da edição que fizer. Continuemos o diálogo... big hug,[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 16h12min de 21 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bom dia! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom dia à todos! Cá estou para mais um café da manhã... Onde estão todos? Afinal é dia de poesia e começamos orando com nosso poeta, que me permita completar: &amp;quot;... E que o Senhor nos perdoe a todos pelos ditos, sentidos e mal ditos e o que ficou, também, sem ser dito. Amém!  --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h56min de 25 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
::Bom dia! Que a semana seja repleta de poesia e arte. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 14h00min de 25 de Setembro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Mais uma semana ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom dia a todos e todas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pra mim a semana começa verdadeiramente às sextas feiras. Nessa começamos com um forte e belo poema do Ozy. Que sejamos todos como o tal lago que recebe águas contínuamente e nunca fenece...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h54min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: Bom dia, agora já quase boa noite de 6a.poética. Esqueceu o café? Deixa pra lá, eu estou tomando por todos vocês... Uma delícia! Nossa, realmente, começamos a 6a. muito bem, o poema nos leva a refletir. PARABÉNS, Ozy! Uma ótima semana a todos. --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h50min de 9 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Cadê nosso cálice? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 16h05min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)Ei, seu moço! Faltou o vinho, faltou o café, faltou a poesia...Zaida&lt;br /&gt;
:: O poema de hoje do Ozy é lindo. Enviei poe email o lembrete para que vocês preencham os [[Sexta poética:Poema da semana|poemas da semana do próximo período]], Você recebeu? Sugira três poemas seus ou de outros poetas que estejam no site. Beijo [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h04min de 30 de Outubro de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Feliz 2010 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá, pessoal! A todos que passam por aqui e aqueles que ainda não passaram... Um SUPER FELIZ ANO NOVO pra todos nós, repleto de coisas boas, saúde e momentos de paz. Que a poesia sempre se faça presente brindando os bons momentos e nos consolando naqueles não tão bons. Beijos. --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 11h28min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
:: Felizes poemas, mesmo que infelizes às vezes sejam os sentimentos!! [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 20h41min de 4 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
:Ainda que um pouco atrasado, feliz ano novo!!! Que nossas escolhas sejam mais nossas e nossa paz mais alegre! :D --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 21h00min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Libertas Quae sera tamen!! rss [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 21h18min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nome de página ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que acham de alterar o nome da página [[Queremos poetas, não poemas]]? Algum nome mais acolhedor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 18h59min de 17 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Eu pessoalmente gosto do bordão, mas concordo que ele não é amigável sem algum contexto prévio.&lt;br /&gt;
:Algumas sugestões...&lt;br /&gt;
:*&amp;quot;Queremos poemas que aproximem poetas&amp;quot;&lt;br /&gt;
:*&amp;quot;Queremos que a poesia aproxime os poetas&amp;quot;&lt;br /&gt;
:*&amp;quot;Queremos poesias como filhos, indomáveis&amp;quot;&lt;br /&gt;
:*&amp;quot;Queremos compartilhar em liberdade&amp;quot;&lt;br /&gt;
:*&amp;quot;Liberdade só é real se compartilhada&amp;quot;&lt;br /&gt;
:(PS: O ideal não seria discutir na própria página em questão?)&lt;br /&gt;
:--[[Usuário:Solstag|Solstag]] 02h51min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Já tinha mudado para [[Mais que os poemas, queros os poetas]], mas obviamente pode ser movida novamente, se preferirem.&lt;br /&gt;
::--[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 11h20min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
::Ok, vamos centralizar o enquete aqui ou acolá?...srss&lt;br /&gt;
::Bem, o nome atual já me parece bem mais acolhedor, como disse ao Nevinho: Só de ter suprimido a palavra &amp;quot;Não&amp;quot; melhorou muito.&lt;br /&gt;
::Uma sugestão para o próprio nome, já existente, seria: &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Mais que os poemas, queremos você: O Poeta&amp;quot;&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
::Ótimo final de Sexta para todos... Como já caiu no domínio público: Abreijos para vocês! --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h40min de 26 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
:::Eu achei ótimo o nome atual, só precisa de uma leve correção, pois ficou &amp;quot;queros&amp;quot; ao invés de &amp;quot;queremos&amp;quot;. --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 07h23min de 2 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Motivos para festejar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para festejar a vida não é necessário motivo algum além de estar vivo, mas algumas coisas acontecem e nos fazem mais felizes. A amiga do Jaider, [[Usuário:Priscila Bitencourt|Priscila]] se juntou nesse mutirão pela poesia. Agradecimentos ao Jaider, ao Solstag, ao Pissardini e à Zaida, por participarem da discussão que resultou na vinda da poetisa para o nosso meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 14h20min de 7 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: Valeu Nevinho! Muito legal mesmo o defecho da história. Parabéns a todos os envolvidos, crescemos!! Pago uma rodada de café gelado para todos! Aliás, vou reeditar a receita.. beijos!--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 23h51min de 8 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obrigada ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá Pessoal! Muito obrigada pela receptivade de todos! Já estou me sentindo como se estivessemos em um papo informal entre amigos intimos, e que por inspiração do momento, surgem poesias em meio a conversa, pelo simples fato do clima acolhedor que a sexta poética propicia (Parabéns aos idealizadores).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje cedo, pedi para minha mãe falar uma palavra, ela me respondeu: - Prodígio. Eis que surge a poesia do link:[http://sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Prod%C3%ADgio] , fiquem mais que a vontades para fazer comentários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jay,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigada pelo convite. Está sendo uma experiência maravilhosa fazer parte do sexta poética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoal,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada pelos comentários em minha poesia de estréia &amp;quot;Reflexo do Cotidiano&amp;quot;. Jamais imaginei que ela teria tamanha repercussão, sinto me lisonjeada pelas citações de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs.: O arqueiro não é o Jay...rs mais sim o símbolo de Sagitário (meu signo) que desperta a luz me faz seguir na mesma proporção (data do meu nascimento = primeiro dia do verão (luz) e data em que meu avô faleceu um ano antes da minha existência - meu herói e grande exemplo de vida, conforme história familiares).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços,&lt;br /&gt;
Priscila Bitencourt&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sugestão&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá meus queridos amigos, bom dia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal criarmos no Sexta um espaço para releitura artísticas...&lt;br /&gt;
Exemplifico melhor isso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antigamente eu escrevia a partir de gravuras/pinturas de artistas diversos que o Jay disponibilizava em seu albúm de fotografias no orkut (experiência maravilhosa de percepções).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que será magnífico se todos os poetas/contribuintres do Sexta escrevessem (quinzenalmente/mensalmente) suas impressões sobre imagens dispostas no Sexta em forma de poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que acham???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraços --[[Usuário:Priscila Bitencourt|Priscila Bitencourt]] 15h45min de 4 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
: A sugestão é muito legal, mas precisamos continuar atentos à regra que criamos quanto à inclusão de obras próprias. A propósito, a sugestão é ótima para incrementar a [[:Categoria:Poemas abertos]]. Nesse poema [[Eletricidade da chuva]], por exemplo, no qual colaboraram três poetas, acho que aconteceu mais ou menos isso. No caso, fiz a imagem e quase ouvia algo que ela me dizia, mas não conseguia transformar o sontimento em palavras. Então coloquei nessa categoria e a Zaida e o Rômulo traduziram. Ficou muito legal. [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 00h07min de 5 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: Ótimo, Priscila! Olha o que lhe falei sobre sintonia...? Quando comecei a ler sua sugestão, logo me veio a cabeça a foto que Nevinho citou acima e que foi alvo de uma primeira intervenção minha e depois do PintoAndrade (acho?!). Enfim, creio que é mais ou menos isso que está sugerindo, então vamos incrementar mais a seção de Poemas Abertos. Bem, se todos concordarem poderíamos criar uma sub-categoria dos Poemas Abertos (aí, essa parte técnica é com Nevinho..rsr!) cujo nome explicitaria melhor o tipo de arte: poemas que sugerem uma co-participação a partir de releituras de fotos ou desenhos de outros autores ou não!Bem, é claro...rsrs.. que essas fotos ou desenhos podem até não ser de um dos autores que participariam do poema, mais têm que estar sob o domínio público. Exemplo: Uma foto que eu tirei e deixei lá para alguém escrever... eu coloquei sob o domínio público. Agora, se foi uma foto tirada por um amigo meu... e parararara... Teremos que ter a autorização dele.. Quanto as obras de arte e gravuras antigas, parece-me que depois de setenta e não sei quantos anos cai no domínio público, mais não tenho certeza, melhor pesquisarmos... Ou, se alguem souber algo que nos ajude, provavelmente o Nevinho... É isso, aí! Acho que vou até carregar umas fotos que são minhas e deixá-las por lá. A arte da fotografia (e do desenho, porque não dizer!) é outra que me seduz! Ás vezes, vejo o bonito em cenas bizarras do dia-a-dia ou da natureza, é um outro olhar! Ás vezes, fotográfo o belo, porque é estonteante e não pode se perder... Às vezes, crio olhares...Talvez seja interessante ver a leitura de outros... Gostei! Beijos.--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 17h57min de 5 de Abril de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::: Priscila e Zaida (e mais alguém que ler), a categoria poemas abertos já atende essa sugestão ou algum aspecto precisa ser melhorado? abreijos, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 12h11min de 7 de Abril de 2010 (UTC)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Borboleta_azul&amp;diff=3456</id>
		<title>Borboleta azul</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Borboleta_azul&amp;diff=3456"/>
		<updated>2010-04-13T19:21:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Comentário}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nesses dias de verão&lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
zanzando mui serelepe&lt;br /&gt;
pelo meu caminho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma alegre surpresa &lt;br /&gt;
sempre que ela aparece&lt;br /&gt;
acompanho seu percurso&lt;br /&gt;
displicente e fagueira &lt;br /&gt;
em busca de alguma flor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo do estrume&lt;br /&gt;
que caiu sobre o gramado&lt;br /&gt;
ou do cheiro da goiaba&lt;br /&gt;
que se adensa com o calor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto ao fugaz encantamento&lt;br /&gt;
de alguma divindade&lt;br /&gt;
nessa leve mensageira&lt;br /&gt;
que a vida nos dá um sinal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostra que a felicidade&lt;br /&gt;
como a sorte/ a fortuna&lt;br /&gt;
como alegria e o amor&lt;br /&gt;
de repente há de chegar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como essa hoje&lt;br /&gt;
tão frágil e efêmera&lt;br /&gt;
breve borboleta azul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida é Aqui e agora,&lt;br /&gt;
humanos acordem:&lt;br /&gt;
é preciso aproveitar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Comentário}}[[Categoria:Pintoandrade]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Pintoandrade&amp;diff=3455</id>
		<title>Usuário:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-04-13T19:01:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com as grandes reservas biológicas do Grajaú e floresta da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, gentil, musical, revolucionário, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. O Rio cantado por Vinícius de Moraes, João Gilberto e Tom Jobim. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
{{#ev:youtube|3sUvHpxXCuA}}&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro - músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra de músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhecia de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Discuss%C3%A3o:Sexta_po%C3%A9tica&amp;diff=3452</id>
		<title>Discussão:Sexta poética</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Discuss%C3%A3o:Sexta_po%C3%A9tica&amp;diff=3452"/>
		<updated>2010-04-13T18:28:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Novo item}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Lembrete|Por favor, deixe sua mensagem no FIM da página e não esqueça de ASSINAR com 4 tiles &amp;lt;nowiki&amp;gt;(~~~~)&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Obrigado pela visita!!!}}{{{2|}}}&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;font color=white&amp;gt;{{{3|}}}&amp;lt;/font&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&amp;lt;/div&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:250px-Wikibrasil.png|180 px|right]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- POR FAVOR, não apague nenhum comentário--&amp;gt;&lt;br /&gt;
= Parabéns! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico muito feliz e orgulhosa pela inauguração do seu site de poesias. Beijos.Paula&lt;br /&gt;
{{Sem assinatura}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
KRAK, véi...!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARABÉNS PELO SITE - MUITO BEM!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudações - Chichico&lt;br /&gt;
{{Sem assinatura}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;font color=Gainsboro&amp;gt;Nevinho, nem sei o que falar da alegria que é ver você transbordando de felicidade. Siga seu caminho em paz. Beijos. Lucia&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Movida para|1=[[Usuário Discussão:Nevinho|página de discussão]] do [[Usuário:Nevinho|Nevinho]]|2=[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h32min de 30 de março de 2009 (UTC)}}&lt;br /&gt;
== comentário oral do meu pai ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poema nunca tem fim. É como o amor, é como o fogo: quando se apaga, na cinza deixa o calor. Laerte Alarcão às 20h49min de 29 de março de 2009 (UTC) - [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 01h14min de 30 de março de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
Fiquei muito feliz ao saber que criou a página. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mundo todo pode apreciar suas obras de arte - agora, eternizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande beijo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosa Valéria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Linda Estrela Cadente ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O instante de ter partilhado com o universo a beleza de uma estrela cadente foi só seu. Isto por si só já é um desejo atendido. Bjs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Impressão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ni! Oi névio, uma pergunta sobre a página principal e a wiki. O objetivo é apenas divulgar suas poesias da sexta-poética permitindo comentários, ou estimular que qualquer um publique aqui? A página principal passa a impressão de que seja a primeira. Se for a segunda, sugiro mudá-la um pouquinho, tornando-a menos pessoal e mais claro esse objetivo. Acrescento que gosto do texto enquadrado =) --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 19h44min de 20 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
: Ni! Ale, a idéia inicial é, similar à wikipédia, trazer sempre um texto em destaque.Imagino no futuro um processo de escolha do texto para a PP. Por enquanto estou eu mesmo &amp;quot;elegendo&amp;quot; os textos. Tenho alguns em mente, mas posso mudar sem problema algum. Não entendi bem os conceitos primeira e segunda, mas já me preocupei com a questão de estar muito &amp;quot;em benefício próprio&amp;quot;. Acho natural neste início, anseio pela oportunidade de compartilhar tais decisões. [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h29min de 20 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
::Opa, acho que entendi. Neste caso minha sugestão é deixar mais claro que trata-se de um poema em destaque, e incluir um texto introdutório sobre o intuito da Sexta Poética. Ni! --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 04h03min de 24 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal na folha (aquele quadro era pra ser entendido como uma folha de caderno!) escrever em cima &amp;quot;Destaque da semana&amp;quot; e embaixo  &amp;quot;O Movimento Literário Colaborativo Sexta poética tem o intuito de ser uma ode à subjetividade, um sítio onde pode-se ler o que outras pessoas escrevem e onde qualquer pessoa pode escrever à vontade.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas estou me perguntando &amp;quot;o que que isso tem de diferente dos vários blogs que existem&amp;quot;? Uma coisa que vejo é a facilidade de edição e intervenção. Você vê assim? Quais perguntas você se faz, em relação ao Sítio? Qual intuito você vê na iniciativa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de saber o que outras pessoas pensam também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 21h23min de 24 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ni! Acho que você disse à sua maneira o que vejo também, a wiki oferece a possibilidade de derivar livremente poemas seus e de outros autores, registrando cada etapa. Cria-se um espaço para compartilhar e colaborar em prosa e poesia, deixar fluir o impulso poético para dentro e fora. E não apenas publicar e receber impressões, apesar de também permitir isso. Nisso diferencia-se dos blogs por aí. --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h48min de 26 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
: Ale, tentei aproveitar nossa discussão. O que acha? big hug, [[usuário:Nevinho|Nevinho]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 23h02min de 26 de Abril de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Renata (do Fleming) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Especial:Contribuições/200.140.7.185|200.140.7.185]] 12h42min de 11 de Maio de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nevinho ==&lt;br /&gt;
Muito legal sua iniciativa! Ser sensível já é uma coisa boa, mas compartilhar a sensibilidade é muito mais. É generosidade. Parabéns e Obrigada.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Beijo&lt;br /&gt;
Renata&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Especial:Contribuições/200.140.7.185|200.140.7.185]] 12h42min de 11 de Maio de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Poema da Semana ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que linda ficou a gravura junto à poesia.[[Especial:Contribuições/170.66.1.231|170.66.1.231]] 14h07min de 21 de Maio de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Parabéns ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caro Nevinho,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
apesar de pouco ter lido poemas na minha vida, mas gostar de alguns que achei aleatoriamente (adoro o &#039;Miracles&#039;, de Walt Whitman), gostei muito da sua idéia e do seu site. Talvez meu lado racional queira achar explicação em tudo, mas o que posso dizer desse poema aqui é que gostei, sem conseguir dar explicações mais detalhadas no momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou aprendendo. []&#039;s! [[Usuário:Everton137|Everton137]] 01h54min de 1 de Junho de 2009 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Parabéns==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nevinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Parabéns!è dificil , muito dificil na verdade exorcisar este sentimento de que às vezes tudo o que resta é a única e companheira poesia , nossa confessora , o passaro escrito que voa pela gente quando por motivos milhares estamos inexoravelmente presos ao cotidiano , acorrentados na terra.Gostei muito!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[usuário:Callia|Callia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== UAU!!! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[Usuário:Zaida|Zaida]] atualizou o Poema da semana hoje!! Viva, parodiando Armstrong, foi um pequeno passo para o Sexta poética e um imenso passo para o movimento colabotarivo. Parabéns Zaida! [[Usuário:Nevinho|Nevinho]] 21h03min de 8 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:Agradecida... Pena que errei na autoria..! Mas, enfim, mil desculpas à todos! Principalmente ao Ozi, deveria ter sido mais cuidadosa. Desculpa, também ao Nevinho. Na verdade, isso acabou demonstrando uma preocupação minha já revelada há algum tempo. Quando entramos para ler um poema, não fica claro de quem é a autoria, a não ser que saibamos interagir com a plataforma e ai vamos clicando na categoria até achar o suposto autor. Fica aí, algo para pensarmos! Beijos a todos. Zaida (parece que nossa assinatura não está saindo. [[Usuário:Zaida|Zaida]] 15h07min de 12 de janeiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
::Que legal Zaida!! A assinatura não saía porque o Callia usou a tag &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt; e sem querer não a fechou com &amp;lt;nowiki&amp;gt;&amp;lt;/poem&amp;gt;&amp;lt;/nowiki&amp;gt;. Eu corrigi e reintroduzi as assinaturas manualmente. --[[Usuário:Solstag|Solstag]] 05h08min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ótimas escolhas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nevinho, meu poeta, ( e todos(as) os outros, também!) Como já escrevi para o Ozi, acho que esse mês foi de muita inspiração por aqui... Suas escolhas (ou de quem as fez!) para as próximas semanas foram especiais. Eu teria feito as mesmas: Garoto de Vidro, Amar é, Fronteiras da Delusão e Quase. DEMAIS!! Parabéns, aos autores. bj a todos.--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 13h28min de 8 de fevereiro de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estive garimpando hoje no quiosque cultural do Ivan no Conic e na estante de poesia me deparei com seu livro de 83. &lt;br /&gt;
O poema FLA x FLU é dessa época. Muito forte, compacto espontâneo, muito legal. &lt;br /&gt;
Ainda tem outros exemplares dele ? &lt;br /&gt;
Estou interessado, o que vi no quiosque tinha dedicatória pro Galeno. Mundo pequeno...&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Arquivo:002.jpg&amp;diff=3381</id>
		<title>Arquivo:002.jpg</title>
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		<updated>2010-04-05T10:13:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Carta_de_Bras%C3%ADlia&amp;diff=3342</id>
		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-22T19:42:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossas obras humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Mariana Alvim, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wanda Oiticica, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Sylvia Orthof, Neusa França, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Marlui Miranda, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Ailema e Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, Cristininha Bomdemais, Tião da onça, mestre Zezito, Yvonne Jean,  Dulcina de Moraes, Norma Lília, Lúcia Toller, Laís Aderne, Golda Pietricovsky, Zezé da Escolinha de Arte, tia Neiva do Vale do Amanhecer, dona Sarah primeira dama e dona Filó parteira, entre tantos que contribuiram e contribuem para o rico processo cultural que se dá aqui...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
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		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-21T23:20:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Mariana Alvim - seu braço direito na UnB, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Sylvia Orthof - pioneira do Teatro, Neusa França - pianista, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Marlui Miranda, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bomdemais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Ailema Bienchetti - no Cresça, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, Tião da onça, mestre Zezito, Yvonne Jean - jornalista notável,  Dulcina de Moraes,  Wanda Oiticica - cantora lírica, Norma Lília, Lúcia Toller - no ballet,  Laís Aderne - na Cultura,  Golda Pietricovsky - atriz, Zezé da Escolinha de Arte, tia Neiva - no Vale do Amanhecer, dona Sarah primeira dama e dona Filó parteira (afinal nem só de homens se faz a memória/história de uma cidade) e tantas outras pessoas que contribuiram e contribuem para o rico processo cultural que se dá aqui...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-21T23:19:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
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O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Mariana Alvim - seu braço direito na UnB, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Sylvia Orthof - pioneira do Teatro, Neusa França - pianista, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Marlui Miranda, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bomdemais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Ailema Bienchetti - no Cresça, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, Tião da onça, mestre Zezito, Yvonne Jean - jornalista notável,  Dulcina de Moraes,  Wanda Oiticica - cantora lírica, Norma Lília, Lúcia Toller - no ballet,  Laís Aderne - na Cultura,  Golda Pietricovsky - atriz, Zezé da Escolinha de Arte, tia Neiva - no Vale do Amanhecer, dona Sarah e dona Filó parteira (afinal nem só de homens se faz a memória/história de uma cidade) e tantas outras pessoas que contribuiram e contribuem para o rico processo cultural que se dá aqui...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-21T23:14:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Mariana Alvim - seu braço direito na UnB, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Sylvia Orthof - pioneira do Teatro, Neusa França - pianista, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Marlui Miranda, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bomdemais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Ailema Bienchetti - no Cresça, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, Tião da onça, mestre Zezito, Yvonne Jean - jornalista notável,  Dulcina de Moraes,  Wanda Oiticica - cantora lírica, Norma Lília, Lúcia Toller - no ballet,  Laís Aderne - na Cultura,  Golda Pietricovsky - atriz, Zezé da Escolinha de Arte, tia Neiva - no Vale do Amanhecer (afinal nem só de homens se faz a memória/história de uma cidade) e tantas outras pessoas que contribuiram e contribuem para o rico processo cultural que se dá aqui...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-14T15:42:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
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Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram e contribuem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-14T15:40:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
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Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
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&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&#039;&#039;&#039;&#039;&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
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Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
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Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram e contribuem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-14T15:39:31Z</updated>

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&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
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O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou &lt;br /&gt;
e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, &lt;br /&gt;
que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. &lt;br /&gt;
                                 Otto Lara Resende&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram e contribuem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-14T10:35:47Z</updated>

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&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram e contribuem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-14T10:34:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
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&amp;quot;Brasília propôs um país que ainda não se realizou e está ainda a espera de uma realidade nacional que se aposse dela, que assuma sua serenidade e sua pureza&amp;quot;. Otto Lara Resende&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
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Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram...&lt;br /&gt;
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Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
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Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bom demais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães, mestre Zezito, Zé do pife e tantos outros que contribuiram...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
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[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-14T10:27:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
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Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
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&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
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&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bomdemais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães e tantos outros...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, intuição e criatividade/obras ajudamos a construir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez a atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais do tempo, o espírito de uma época. Sabemos também que geramos riqueza, incrementamos o turismo, que o investimento nos processos da cultura promovem a educação e a paz entre as sociedades. A Europa não teria a força econômica se não fosse pelo patrimônio artistico e cultural que preserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Carta_de_Bras%C3%ADlia&amp;diff=3317</id>
		<title>Carta de Brasília</title>
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		<updated>2010-03-14T09:51:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse texto será sendo escrito pelos artistas de Brasília, reunidos em torno do movimento &#039;&#039;&#039;É possível!&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para colaborar, clique na aba &#039;&#039;Editar&#039;&#039; acima e escreva à vontade. Não se esqueça de salvar (botão no roda pé do box de edição).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, pode também editar na aba Discussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema registra o IP do computador que fez edições. Para deixar registrado seu nome, é necessário criar uma conta [http://www.sextapoetica.com.br/wiki/index.php?title=Especial:Entrar&amp;amp;type=signup AQUI].&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;CENTER&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;CARTA DE BRASÍLIA&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/CENTER&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;!------------ início do texto --------------------&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nós, poetas, músicos, pintores, artistas da grande Brasília, escrevemos esta carta para nos posicionar frente aos últimos acontecimentos envolvendo nossa cidade e noticiados fartamente pela mídia nacional. Queremos celebrar os cinquenta anos de nossa cidade de cabeça erguida e com a alma lavada, dentro deste movimento de luta pela ética, pela cultura e a cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os sonhos não envelhecem&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva Lúcio Costa, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Roberto Burle-Marx, Alcides Rocha Miranda, Agostinho da Silva, Wladimir Murtinho, Athos Bulcão, Reynaldo Jardim, Cildo Meireles, Ary Para-raios, Maria Coeli, Ana Miranda, Renato Russo, Myrthes Mattos, Cristininha Bomdemais, Paulo Bertran, Vera e TT Catalão, Ezequias Heringer, seu Teodoro, Tião da onça, Cassiano Nunes, Wladimir de Carvalho, Glênio Bienchetti, o arquiteto Lelé, Zanine Caldas, Rubem Valentim, Marco Antonio Guimarães e tantos outros...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília é dos sonhadores, dos criadores, dos trabalhadores, dos bons empresários, dos que cuidam dos outros, dos que cuidam da chama da vida. Que vá a lama, que venha o leite e mel do futuro imaginado em pedra, palavra e suor. Brasília nasceu visionária, nasceu aquariana, nasceu solidária. Não há ladrão de gravata que tenha o direito de invadir nossa poética praia. Na festa dos cinqüenta anos da nossa querida Brasília, que saiam de cena os ladrões, os capangas, os parasitas, e entrem,  montados no eixão/corpo do pássaro, os que sabem voar em suas asas!!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Defendemos nossa atuação como artistas que seguram a barra desta cidade, dos que vieram, aqui permaneceram e se comprometeram com o sonho de um país e uma sociedade mais justa e solidária. Lutamos pra construir um imaginário poético e uma identidade cultural, com nossa atuação muitas vezes pioneira, entre pessoas distantes de suas regiões de origem e suas tradições. Com nossa obra humanizamos essas superquadras, esses prédios e monumentos arquitetônicos, vastos espaços muito além do Plano piloto, incluindo as outras cidades e entorno: ponto de convergência de tantos Brasis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma arte não só de Brasília, mas Arte que acontece nesta vasta região, afinal o processo da arte não tem fronteiras e abrange outros contextos que se expandiram com o enorme crescimento do DF. Manifestamos também assim o sentimento que temos por essa  região que com nosso trabalho, empenho, bons pensamentos, criatividade/obras ajudamos a construir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz o poeta Manoel de Barros, assumimos nossa &amp;quot;disfunção lírica&amp;quot; por termos parafusos trocados, como se diz dos poetas. Talvez uma atividade cerebral diferenciada ,onde a intuição e os processos cognitivos e sensíveis se integram. Somos as antenas da raça e captamos muitas vezes proféticamente os sinais, o espírito de uma época. Só aceitamos a inércia para movimentar as palavras e expressar com elas nossa energia. Sabemos que do monturo pode nascer uma flor, por isso nos orgulhamos de em meio à sujeira da política local fazer soar nosso canto de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:!Manutenção]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Eletricidade_da_chuva&amp;diff=3293</id>
		<title>Eletricidade da chuva</title>
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		<updated>2010-03-09T21:55:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Eletricidade da chuva.jpg|400 px|right]]&lt;br /&gt;
{{Comentário}}&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nuvens escuras se formaram&lt;br /&gt;
Cargas elétricas, poderosa energia,&lt;br /&gt;
Chuva de vento forte, sonoro &lt;br /&gt;
uma tempestade se precipita&lt;br /&gt;
Planeta girando...&lt;br /&gt;
O mundo todo a rodar		&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cor do temporal, sua intensidade&lt;br /&gt;
nos faz lembrar coisas&lt;br /&gt;
que ninguém jamais viu&lt;br /&gt;
serenamos por alguns instantes, &lt;br /&gt;
silenciosos e contemplativos&lt;br /&gt;
A confluência das águas... &lt;br /&gt;
Forças arquetípicas...&lt;br /&gt;
juntas lavam e levam o tempo ruim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acima disso tudo vemos o Sol &lt;br /&gt;
majestoso se pondo no horizonte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade que aos poucos se acende&lt;br /&gt;
Brisa úmida depois da chuva&lt;br /&gt;
Pedra lavada, flores que renascem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E suspiros&lt;br /&gt;
de cansaço e paz! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Comentário}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Poemas abertos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Categoria:Pintoandrade&amp;diff=3270</id>
		<title>Categoria:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-03-09T14:37:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Essa página reúne poemas de [[Usuário:Pintoandrade|Rômulo Pinto Andrade]], poeta e artista plástico carioca, residente em Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Poetas de Brasília]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Pintoandrade&amp;diff=3266</id>
		<title>Usuário:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-03-09T13:24:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com as grandes reservas do Grajaú e floresta da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, gentil, musical, revolucionário,  poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. O Rio cantado por Vinícius de Moraes, João Gilberto e Tom Jobim. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio:Pintoandrade&amp;diff=3265</id>
		<title>Usuário:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-03-09T13:23:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com as grandes reservas do Grajaú e floresta da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, gentil, musical, revolucionário,  poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. O Rio cantado pelo Vinícius de Moraes, João Gilberto e Tom Jobim. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-09T13:20:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com as grandes reservas do Grajaú e floresta da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-09T12:16:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje Romulo mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
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		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=wrqlhKg3a84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
também na web&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavrase as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
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		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Pintoandrade é também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com palavras: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Usuário:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-03-09T11:51:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com palavras: o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligado ao ambiente, arte educador acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar com a mãe em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligado ao ambiente, arte educador acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<updated>2010-03-09T11:36:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 57, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como past up e arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente. Sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligado ao ambiente, arte educador acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
http://www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
http://www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2010-03-09T11:34:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 57, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como past up e arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente. Sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligado ao ambiente, arte educador acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
www.myspace.com/475163563&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Usuário:Pintoandrade</title>
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		<updated>2010-03-09T11:33:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039; sobre o colaborador Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da T...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
sobre o colaborador&lt;br /&gt;
Nasceu em Niterói – RJ em 1954. Seus pais Darcylia e Nelson se conheceram nas barcas da Cantareira. Viveu anos de infância simples e feliz no bairro da Taquara em Jacarepaguá, entre quintais de muitas árvores, frutos e pássaros. Lá fez amigos em diversas classes sociais e estudou em escolas públicas onde se cantava, se fazia teatro, recitava poesia e a arte era valorizada no estímulo ao desenvolvimento das crianças. Seu perfil mais ecológico vem desse tempo, convivendo com reservas florestais do Grajaú e da Tijuca. Tem saudades daquele Rio de Janeiro alegre, musical, revolucionário, gentil, poético e solidário que conheceu em sua infância, início dos anos 60. Será que a delicadeza do Brasil está mesmo perdida? &lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=3sUvHpxXCuA&lt;br /&gt;
Quando seus pais se separaram em 57, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como past up e arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente. Sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligado ao ambiente, arte educador acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa. Talvez poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e o poder transformador da poesia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na web&lt;br /&gt;
www.pintoandrade.multiply.com&lt;br /&gt;
www.myspace.com/475163563&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Borboleta_azul&amp;diff=3236</id>
		<title>Borboleta azul</title>
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		<updated>2010-03-08T13:46:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nesses dias de verão&lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
zanzando bem serelepe&lt;br /&gt;
pelo meu caminho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma alegre surpresa &lt;br /&gt;
sempre que ela aparece&lt;br /&gt;
acompanho seu percurso&lt;br /&gt;
displicente e fagueira &lt;br /&gt;
em busca de alguma flor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo do estrume&lt;br /&gt;
que caiu sobre o gramado&lt;br /&gt;
ou do cheiro da goiaba&lt;br /&gt;
que se adensa com o calor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto ao fugaz encantamento&lt;br /&gt;
de alguma divindade&lt;br /&gt;
nessa leve mensageira&lt;br /&gt;
que a vida nos dá um sinal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostra que a felicidade&lt;br /&gt;
como a sorte/ a fortuna&lt;br /&gt;
como alegria e o amor&lt;br /&gt;
de repente há de chegar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como essa hoje&lt;br /&gt;
tão frágil e efêmera&lt;br /&gt;
breve borboleta azul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida é Aqui e agora,&lt;br /&gt;
humanos acordem:&lt;br /&gt;
é preciso aproveitar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pintoandrade, mar 2010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Borboleta azul</title>
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		<updated>2010-03-08T10:56:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nesses dias de verão&lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
zanzando bem serelepe&lt;br /&gt;
pelo meu caminho blue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma surpresa alegre&lt;br /&gt;
sempre que ela aparece&lt;br /&gt;
acompanho seu percurso&lt;br /&gt;
fagueira e displicente&lt;br /&gt;
em busca de alguma flor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo do estrume&lt;br /&gt;
que caiu sobre o gramado&lt;br /&gt;
ou do cheiro da goiaba&lt;br /&gt;
que se adensa com o calor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto ao fugaz encantamento&lt;br /&gt;
que a vida nos dá um sinal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez que a felicidade&lt;br /&gt;
como a sorte/ a fortuna&lt;br /&gt;
como alegria e o amor&lt;br /&gt;
de repente há de chegar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como essa hoje&lt;br /&gt;
tão frágil e efêmera  &lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida é Aqui e agora,&lt;br /&gt;
é preciso aproveitar!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Borboleta_azul&amp;diff=3234</id>
		<title>Borboleta azul</title>
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		<updated>2010-03-08T10:54:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nesses dias de verão&lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
zanzando bem serelepe&lt;br /&gt;
pelo meu caminho blue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma surpresa alegre&lt;br /&gt;
sempre que ela aparece&lt;br /&gt;
acompanho seu percurso&lt;br /&gt;
fagueira e displicente&lt;br /&gt;
em busca de alguma flor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo do estrume&lt;br /&gt;
que caiu sobre o gramado&lt;br /&gt;
ou do cheiro da goiaba&lt;br /&gt;
que se adensa com o calor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto o fugaz encantamento&lt;br /&gt;
que a vida nos dá um sinal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez que a felicidade&lt;br /&gt;
como a sorte/ a fortuna&lt;br /&gt;
como alegria e o amor&lt;br /&gt;
de repente há de chegar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como essa hoje&lt;br /&gt;
tão frágil e efêmera  &lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida é Aqui e agora,&lt;br /&gt;
é preciso aproveitar!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Borboleta_azul&amp;diff=3233</id>
		<title>Borboleta azul</title>
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		<updated>2010-03-08T10:53:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039;Nesses dias de verão linda borboleta azul zanzando bem serelepe pelo meu caminho blue  Uma surpresa alegre sempre que ela aparece acompanho seu percurso fagueira e displicente e...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Nesses dias de verão&lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
zanzando bem serelepe&lt;br /&gt;
pelo meu caminho blue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma surpresa alegre&lt;br /&gt;
sempre que ela aparece&lt;br /&gt;
acompanho seu percurso&lt;br /&gt;
fagueira e displicente&lt;br /&gt;
em busca de alguma flor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até mesmo do estrume&lt;br /&gt;
que caiu sobre o gramado&lt;br /&gt;
ou do cheiro da goiaba&lt;br /&gt;
que se adensa com o calor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto o fugaz encantamento&lt;br /&gt;
que a vida nos dá um sinal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez que a felicidade&lt;br /&gt;
como a sorte/ a fortuna&lt;br /&gt;
como alegria e o amor&lt;br /&gt;
de repente há de chegar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como essa hoje&lt;br /&gt;
tão frágil e efêmera  &lt;br /&gt;
linda borboleta azul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida é Aqui e agora,&lt;br /&gt;
é preciso aproveitar!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Discuss%C3%A3o:O_que_se_aprende_na_inf%C3%A2ncia&amp;diff=3221</id>
		<title>Discussão:O que se aprende na infância</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Discuss%C3%A3o:O_que_se_aprende_na_inf%C3%A2ncia&amp;diff=3221"/>
		<updated>2010-03-07T12:24:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: /* tempo próprio */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== tempo próprio ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse poema parece que foi escrito em novembro, mas está com data de fevereiro... A poesia tem um tempo próprio, rss [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 17h55min de 6 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
::rssrs.... Concordo com Nevinho. Ah, as cigarras... Eu que o diga! Comentários de lado, o poema é lindo. Aliás, suas produções estão ótimas. Abreijos.--[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 22h25min de 6 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo de maturação do poema: realmente comecei com as primeiras chuvas depois da seca, em setembro - começou como relato de uma experiência, minha filha me levou pelo quintal me mostrando os buracos e as cascas nas árvores, depois fiz mais uns ajustes ao editar em fevereiro. Comigo tem acontecido assim, depois do primeiro insight um processo de elaboração e síntese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradecido pelo retorno, estou vencendo um exagerado senso crítico que tinha, a ponto de não conseguir mostrar nada do que escrevia. Achava tudo medíocre... rsrsrsrsrsrs Muito exigente!... Agora me permito, sem tanta auto censura. Esses exercícios de criação com a palavra são terapêuticos. Necessários mesmo à Paz de espírito: Paz em Ñanderu, como diz a poeta escritora Graça Graúna que conheci na rede overmundo. Entendi o poder transformador da poesia.   Valeu Zaida!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Pintoandrade&amp;diff=3211</id>
		<title>Usuário Discussão:Pintoandrade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Usu%C3%A1rio_Discuss%C3%A3o:Pintoandrade&amp;diff=3211"/>
		<updated>2010-03-06T20:54:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: /* poema lindo */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Bv}}[[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 01h02min de 3 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== poema coletivo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que vai gostar desse [[Brasiléia]]. Vários poetas já colaboraram (quatro pra ser exato). Enfia sua colher nesse angu!! Abraços, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 14h57min de 3 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
::Muito legal! Fico bastante feliz de ver essa criação coletiva dando certo!! O computador bateu asas e voou...Abração, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 22h33min de 3 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
::Olá, colega! Que maravilha mais um companheiro poeta. E nossa! Que contribuições... Seja muito bem-vindo. Agora, não é porque seu nome vem de ave que ficará só nos pássaros e aves, não é? Pode botar suas asinhas de poeta aí em tudo... Afinal, parecem mais asas de avestruz..rsrs..! Ei, sou brincalhona, tá! Vê se aparece lá pelo [[Bistrô|bîstrô]] para um café gelado. Muito prazer, sou --[[usuário:Zaida|Zaida]] &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Zaida|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt; 20h12min de 5 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== poema lindo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dá até um orgulho besta ler esse [[Eita cerrado arcaico]] aqui no sexta poética. Formatei a página, vê se os versos estão de acordo com o que o poeta quer, posso ter errado num espaçamento ou outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha a [[:Categoria:Pintoandrade]], tá ficando cheia, beleza. Seu nome está em vermelho por que ainda não fez sua página de usuário. Escreve nela qualquer coisa sobre você! A minha eu fiz [[Usuário:Nevinho|assim]]. Já a Zaida fez [[Usuário:Zaida|assim]] e o Solstag fez [[Usuário:Solstag|assim]]. Faça como quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande agraço, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 17h35min de 6 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:: Escrevendo &amp;lt;nowiki&amp;gt;[[Categoria:Pintoandrade]]&amp;lt;/nowiki&amp;gt; no final dos seus poemas eles ficam assinados e vêm para [[:Categoria:Pintoandrade|essa página]]. Hugs, [[usuário:Nevinho|Nevinho]]&amp;lt;small&amp;gt; &amp;lt;sup&amp;gt;[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; 17h43min de 6 de março de 2010 (UTC)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valeu, bom que gostou. Quando puder quero uma aula prática. Achei a diagramação beleza, só gostaria de incluir a foto do cerrado no Eita! e  do menino no poema da infância. Hugs&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Deep_ecology&amp;diff=3203</id>
		<title>Deep ecology</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Deep_ecology&amp;diff=3203"/>
		<updated>2010-03-06T12:06:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;poem&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com imprevisível alegria&lt;br /&gt;
no friozinho duma manhã de sêca&lt;br /&gt;
massagear os pés sob um espelho d&#039;água&lt;br /&gt;
caminhar descalço sobre os seixos&lt;br /&gt;
sentindo essa nascente brotar&lt;br /&gt;
devagarinho&lt;br /&gt;
borbulhante&lt;br /&gt;
cristalina&lt;br /&gt;
como um milagre&lt;br /&gt;
em círculos&lt;br /&gt;
que se expandem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Delícias são coisas simples nesta vida&lt;br /&gt;
a felicidade pode estar tão perto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixar de lado as couraças do adulto&lt;br /&gt;
e conectar-se ao ser - o espírito&lt;br /&gt;
sempre no aqui e agora&lt;br /&gt;
é o que nos liberta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pintoandrade&lt;br /&gt;
Água mineral, julho 2009&lt;br /&gt;
&amp;lt;/poem&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Deep_ecology&amp;diff=3202</id>
		<title>Deep ecology</title>
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		<updated>2010-03-06T12:05:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039;Com imprevisível alegria no friozinho duma manhã de sêca massagear os pés sob um espelho d&amp;#039;água caminhar descalço sobre os seixos sentindo essa nascente brotar devagarinho ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Com imprevisível alegria&lt;br /&gt;
no friozinho duma manhã de sêca&lt;br /&gt;
massagear os pés sob um espelho d&#039;água&lt;br /&gt;
caminhar descalço sobre os seixos&lt;br /&gt;
sentindo essa nascente brotar&lt;br /&gt;
devagarinho&lt;br /&gt;
borbulhante&lt;br /&gt;
cristalina&lt;br /&gt;
como um milagre&lt;br /&gt;
em círculos&lt;br /&gt;
que se expandem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Delícias são coisas simples nesta vida&lt;br /&gt;
a felicidade pode estar tão perto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixar de lado as couraças do adulto&lt;br /&gt;
e conectar-se ao ser - o espírito&lt;br /&gt;
sempre no aqui e agora&lt;br /&gt;
é o que nos liberta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pintoandrade&lt;br /&gt;
Água mineral, julho 2009&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Arquivo:Cerrado_.jpg&amp;diff=3201</id>
		<title>Arquivo:Cerrado .jpg</title>
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		<updated>2010-03-06T12:03:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: silk print on paper&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;silk print on paper&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Eita_cerrado_arcaico&amp;diff=3200</id>
		<title>Eita cerrado arcaico</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://poetica.cienciaaberta.net/sp-mw/index.php?title=Eita_cerrado_arcaico&amp;diff=3200"/>
		<updated>2010-03-06T11:55:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Pintoandrade: Criou página com &amp;#039;Pela manhã luminosa de janeiro  mangas douradas reunir sobre a grama crescida.  Antes do banho de bica colher as pitangas maduras  lembrando certa tarde em Olinda  (quando Gina,...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Pela manhã luminosa de janeiro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mangas douradas reunir sobre a grama crescida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes do banho de bica colher as pitangas maduras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lembrando certa tarde em Olinda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(quando Gina, minha anfitriã, fez um suco delicioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
das rubras pitangas compradas na feira )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os alma de gato estão de volta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
revoam e se equilibram graciosos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com longas caudas cor de ferrugem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
entre os muitos verdes do arvoredo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Buscam as lagartas gordas e coloridas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que sobem pelo pé de jasmim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É tempo de fartura de alimentos, flores, frutas,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sementes e insetos no papo dos passarinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há que se agradecer à chuva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
toda essa generosidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
toda essa beleza e prosperidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que a terra manifesta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há que se agradecer ao tempo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o viço dessas plantas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
que nos enchem os olhos de beleza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nos curam e alimentam a alma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhar com carinho e conhecer melhor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cada árvore desse bosque nativo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cada erva, mesmo que pequena e rasteira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
como a poaia, quebra pedra e abrandamundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
pacari, pé de perdiz, sumaré e chapéu de couro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
douradinha, congonha, bolsa de pastor e marcelinha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
saber de seus princípios curativos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estamos rodeados de uma farmácia viva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cultivada ao longo de milênios, conhecida pelos antigos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nesse que é o mais antigo bioma do planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Êita cerrado arcaico!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eita sertão de dentro – sertão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cantado pelo mestre Rosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carmo Bernardes e Bernardo Élis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cora Coralina e Carlos Brandão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fim da tarde&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a claridade azulada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
se espalha sobre o quintal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hora de abrir o coração, cerrado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
receber as bênçãos que chegam&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com a serenidade deste lugar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeira lua cheia do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pintoandrade, 2009&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pintoandrade</name></author>
	</entry>
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