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	<title>Usuário:Pintoandrade - Histórico de revisão</title>
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		<title>Pintoandrade em 19h01min de 13 de abril de 2010</title>
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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;, &lt;/del&gt;músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;das &lt;/del&gt;músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Conhece &lt;/del&gt;de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. 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		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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		<title>Nevinho em 11h40min de 12 de abril de 2010</title>
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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&amp;#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado nos anos 40, de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&amp;#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt; &lt;/del&gt;mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;nos anos 40, &lt;/ins&gt;de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. 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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&amp;#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&amp;#039;s talvez seja a solução). Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior. 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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as palavras e as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Romulo  mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução)&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. Tem um currículo extenso de mostras no Brasil e no exterior&lt;/ins&gt;. 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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Mudou&lt;/del&gt;-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Romulo &lt;/del&gt;mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). 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Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;Romulo  mudou&lt;/ins&gt;-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central. Hoje mora num sítio perto do Paranoá, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). 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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. 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Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;. Mudou-se pra Brasília em 75 aos 20 anos, com uma turma de poetas, yogues e astrólogos atraídos pela luz do Planalto Central&lt;/ins&gt;. Hoje Romulo mora num sítio perto &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;do Paranoá&lt;/ins&gt;, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. 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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 12h03min de 9 de março de 2010&lt;/td&gt;
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Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as &lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;palavrase &lt;/del&gt;as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;Quando seus pais se separaram em 56, ficou morando com sua tia Mercedes, em Copacabana, onde assistiu fascinado às primeiras festas de rock’n roll que chegavam por aqui. Em seguida foi com seu pai para Santos, até voltar a morar no Rio em 60. Estudou no colégio Batista da rua José Higino na Tijuca. Colégio extremamente conservador e linha dura, onde os alunos internos tinham que fazer ordem unida no recreio e só iam pra casa nos finais de semana, uma barra... Ali aos nove anos conheceu o artista e curador Wagner Barja que veio reencontrar anos depois em Brasília. Viveu muitos anos com seu pai em São Paulo, origem de sua vertente mais urbana e cosmopolita. Estudou no colégio São Bento em 67 e 68 em plena era Beatles, onde aprendeu inglês, fugiu do catolicismo e das aulas de religião. Era menino e pouco politizado pra aderir ao movimento estudantil. Em Sampa atualizou-se com as modas londrinas da rua Augusta, o cinema de arte, o início do movimento tropicalista, museus e exposições de artes visuais. Trabalhou como arte finalista na editora Abril, marginal do Tietê, onde conheceu o poeta Joba Tridente que como ele sempre gostou de música e poesia. Aprendeu desde menino a ouvir a música de Ary Barroso, João de Barro, Ismael Silva, Noel Rosa e Pixinguinha, amigos de seu segundo pai - Fausto Veloso, dentista e pianeiro, músico amador, que morou em sua juventude no Estácio. Sua mãe, dona Lili tem uma prodigiosa memória musical e ainda lembra das músicas que aprendeu menina com a avó sevilhana. Conhece de cor velhos sambas de sua mocidade e é entusiasmada com a obra de Heitor Villa-Lobos. Lembra de ter participado de um coral de milhares de vozes infantis regido pelo maestro no Maracanãzinho. Hoje Romulo mora num sítio perto de Brasília, deitou raízes na região dos Cerrados - o sertão descrito poeticamente por Guimarães Rosa. Descobriu que o Brasil é bem mais que um lindo litoral. Artista visual com atuação muito ligada ao ambiente e arte educador, acha que é possível uma escola mais criativa e prazeirosa (continuar a revolução cultural dos 60&#039;s talvez seja a solução). É também poeta uma vez que gosta de escrever e faz experimentos com as &lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;palavras e &lt;/ins&gt;as imagens: o poder transformador da poesia.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Pintoandrade</name></author>
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