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| | [[Arquivo:Massa.jpg|350 px|right|thumb|''Arte:'''Lui / 2003''''']] |
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| | | ::::[[:Categoria:Cartaz poema/Nevinho|Nevinho]] |
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| Amor é... a extinção da solidão, o encontro de dois silêncios que desperta o coração
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| O amor de encontrar-se, conflitar-se e fundir-se em todas as formas vividas, do cuidar das unhas e do sono, dos trabalhos que nos suprem e dos serviços que prestamos ao mundo, do nutrir, das emoções e toques partilhados profundamente até a imersão convoluta na filosofia
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| É desse amor que eu sinto falta, talvez sem tê-lo vivido
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| Pois que para além do silêncio do meu coração
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| Encontrei novamente um silêncio no mundo
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| Mas somente nele, e é só o que pude amar
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| E se de tão menor parece o amor quanto maior o objeto amado
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| Será mais fácil amar o mundo inteiro do que amar alguém?
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| Saí caminhando em busca de respostas...
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| Plantei uma árvore da vida para sonhar com o sonhador
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| Com os pés sobre a terra perdida estiveram comigo o rebanho e o pastor
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| Somei o três que é um ao dois que é um e é nenhum
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| Contemplando o que a força do vento e do pensamento tem em comum
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| Encontrando os sentidos das vidas na escolha e não no destino
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| Naveguei a memória do tempo, o esquecimento e seu mar proibido
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| Dancei com o grande palhaço do circo-navegador
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| Voando livre no espaço orbitando estrelas que lhe dão amor
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| Esse palhaço ia, dizendo às mulheres que via...
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| O homem que te ama
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| Não vai exigir o seu amor
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| Nem implorar por ele
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| O homem que te ama
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| Te quer mais livre do que dele
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| O homem que te ama
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| Vai apenas pedir
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| Que observe seus sentimentos
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| E se bem sentir
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| Que na sua liberdade
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| Se prenda a ele
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| ~~
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| O que se dá por ausente sem antes estar presente não se explica em uma vida
| | Rolou muita cachaça |
| Que espera das palavras de um poema?
| | Rolou a esperança |
| | Rolaram mágoas |
| | Rolou depois muita porrada |
| | uma aqui outra acolá uma aqui outra acolá |
| | Rolou sangue e suor e desabafo e alegria |
| | Por fim, |
| | rolou a bola no meio da arena. |
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Hoje é segunda-feira, 4 de maio.
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