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:[[Como as Ondas]]
:[[Estação Barra Funda]]
::::[[:Categoria:Callia|Callia]]
::::[[:Categoria:Pietro Roveri|Pietro Roveri]]
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    Quem me dera visse agora
A marcha da massa se traça na força da angústia do dia que passa.
    As estrelas que estou vendo
A moça aguarda no caminho da massa,
        Como no dia que foi embora
que olha a graça,
          Escutasse o que estou dizendo
mas não perde a forma.
 
Segue pela rampa,
Que separados nos perderemos
na marcha,
  Como as ondas no oceano
a espera da próxima graça,
  E nesta angustia em que vivemos
que, não demora, passa.
  Cada dia como um ano
Mas a massa não ultrapassa o limite da marcha.
 
Acompanha a graça da moça quando a imagem embaça,
Como ponto eqüidistantes
embaralha na massa.
  A vagar por esta vida
Permanece no caminho da casa,
  Pobres , sós , tristes , errantes
num gozo em massa que sonha:
    Sem uma meta definida
o sexo e a graça,
 
sob a rigidez do dia que passa.
Ah!Quem me dera que sentisses
E goza sem massa na flacidez da casa,
  A solidão que eu sinto agora
onde a vida não se forma,
  Mas se você não existisse
o gozo não se traça
  Me perderia mundo afora
e a doença se conforma,
 
numa vida sem graça.
Como náufragos errantes
  A vagar pelo oceano
  A nos buscar pra nos dizer
    E escutar te escutar , um eu te amo.
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Edição das 11h20min de 6 de agosto de 2010

Bem vindo!      Hoje é sexta-feira, 1 de maio.   

POEMA DA SEMANA

Estação Barra Funda
Pietro Roveri

A marcha da massa se traça na força da angústia do dia que passa.
A moça aguarda no caminho da massa,
que olha a graça,
mas não perde a forma.
Segue pela rampa,
na marcha,
a espera da próxima graça,
que, não demora, passa.
Mas a massa não ultrapassa o limite da marcha.
Acompanha a graça da moça quando a imagem embaça,
embaralha na massa.
Permanece no caminho da casa,
num gozo em massa que sonha:
o sexo e a graça,
sob a rigidez do dia que passa.
E goza sem massa na flacidez da casa,
onde a vida não se forma,
o gozo não se traça
e a doença se conforma,
numa vida sem graça.

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