Febre de palavras: mudanças entre as edições

De Sexta Poética
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Criou página com 'A FEBRE DAS PALAVRAS Eu do lado de cá Ela do lado de lá Um semáforo nos separa E o homenzinho vermelho além de salvaguardar o pedestre, sinaliza a proibição de um romance repentino. A fantasia não, não conhece limites, atravessa ruas sem se importar com o fluxo dos automóveis. Finalmente o homenzinho fica verde E o que seria abraços e beijos… Nada acontece, ela passa para o lado de cá conversando ao celular com alguma paixão mais concreta, e eu, eu sigo pa...'
 
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A FEBRE DAS PALAVRAS
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Eu do lado de cá
Eu do lado de cá
Ela do lado de lá
Ela do lado de lá
Um semáforo nos separa
Um semáforo nos separa
E o homenzinho vermelho além de salvaguardar o pedestre, sinaliza a proibição de um romance repentino.
E o homenzinho vermelho além de salvaguardar o pedestre, sinaliza a proibição de um romance repentino.
A fantasia não, não conhece limites, atravessa ruas sem se importar com o fluxo dos automóveis.
A fantasia não, não conhece limites,
atravessa ruas sem se importar com o fluxo dos automóveis.
Finalmente o homenzinho fica verde
Finalmente o homenzinho fica verde
E o que seria abraços e beijos…
E o que seria abraços e beijos…
Nada acontece, ela passa para o lado de cá conversando ao celular com alguma paixão mais concreta, e eu, eu sigo para o lado de lá, entro na loja e troco a bateria errada pela certa do termômetro que não vai acusar nunca essa minha febre incontrolável.
Nada acontece, ela passa para o lado de cá conversando ao celular com alguma paixão mais concreta,
e eu, eu sigo para o lado de lá, entro na loja e troco a bateria errada pela certa do termômetro que não vai acusar nunca essa minha febre incontrolável.
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Edição das 21h38min de 22 de dezembro de 2023

Eu do lado de cá
Ela do lado de lá
Um semáforo nos separa
E o homenzinho vermelho além de salvaguardar o pedestre, sinaliza a proibição de um romance repentino.
A fantasia não, não conhece limites,
atravessa ruas sem se importar com o fluxo dos automóveis.
Finalmente o homenzinho fica verde
E o que seria abraços e beijos…
Nada acontece, ela passa para o lado de cá conversando ao celular com alguma paixão mais concreta,
e eu, eu sigo para o lado de lá, entro na loja e troco a bateria errada pela certa do termômetro que não vai acusar nunca essa minha febre incontrolável.