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:[[Mergulhando no Azul Profundo]]
:[[Poemas abertos]]


::::[[:Categoria:O Livro dos Esquecidos|Ozymandias]]
::::[[:Categoria:Poemas abertos|Nevinho e Zaida]]
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Máquinas nascidas dos sonhos
Alguém dentro de mim
Em um mundo limpo e vazio
força a barra exige passagem
Comandos e bits trafegando
pede licença
Apenas ordens, sem nenhum sentido.
enquanto outro suporta a pressão
segura as pontas e aguenta o tranco.


Não há veias apenas circuitos
(É sempre assim,
Não há pensamentos, nem emoção
acordamos de madrugada com textos semi-prontos
Apenas dados, não há descompasso
palavras ouvidas durante o sono
Em ordem bate o coração.
estes poemas abertos
e uma vontade louca de compartilhar
com qualquer voluntário
esses momentos fáceis/difíceis)


Olhos fixos em um futuro
Metades semi-prontas que somos
Programado
na madrugada meio clara, meio escura
Não há conflitos internos
fica tudo pela metade
Não há defeitos
A lua e as estrelas iluminando o ser pulsante
Apenas processamento
que habita em mim e em você
Perfeito


...
Ficamos assim
Solidão
seres inertes na calada da noite
...
com espaços abertos
onde palavras pululam pensamentos


Tudo tão exato, tão lógico
E quando toca o despertador
 
trocamos o pijama pelo sol
...
E saímos para a vida
Tão Imortal
meio vestidos, meio nus
...
pela metade mas vigilantes
 
deixando no ar os pensamentos e as palavras
Haverá entre estes fios e conexões
Esses poemas abertos
Ainda um coração que pulse
que pulsam
Vida ?
sangram
Algo humano ?
pedem mais
Ou devo esperar que, por fim
e mais
Um bug do sistema
e mais...
Enfim
Me salve ?
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Edição das 11h03min de 26 de fevereiro de 2010

Bem vindo!      Hoje é quarta-feira, 6 de maio.   

POEMA DA SEMANA

Poemas abertos
Nevinho e Zaida

 
Alguém dentro de mim
força a barra exige passagem
pede licença
enquanto outro suporta a pressão
segura as pontas e aguenta o tranco.

(É sempre assim,
acordamos de madrugada com textos semi-prontos
palavras ouvidas durante o sono
estes poemas abertos
e uma vontade louca de compartilhar
com qualquer voluntário
esses momentos fáceis/difíceis)

Metades semi-prontas que somos
na madrugada meio clara, meio escura
fica tudo pela metade
A lua e as estrelas iluminando o ser pulsante
que habita em mim e em você

Ficamos assim
seres inertes na calada da noite
com espaços abertos
onde palavras pululam pensamentos

E quando toca o despertador
trocamos o pijama pelo sol
E saímos para a vida
meio vestidos, meio nus
pela metade mas vigilantes
deixando no ar os pensamentos e as palavras
Esses poemas abertos
que pulsam
sangram
pedem mais
e mais
e mais...

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