Mudanças entre as edições de "Discussão:Brasiléia"

De Sexta Poética
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Lu/tá/va/mos/nos/sas/mil/gue/ - 8
 
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Conta-se até a sílaba tônica, de modo que o terceiro verso ficou com sete sílabas. Meio estranho essa junção da sílaba inicial do quarto  com o anterior. Mas enfim, acho que essa estrofe merece uma mexida maior. Abraços --[[usuário:Nevinho|Nevinho]]<small> <sup>[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]</sup></small> 20h33min de 23 de abril de 2012 (BRT)
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Conta-se até a sílaba tônica, de modo que o terceiro verso ficou com sete sílabas. Meio estranho essa junção da sílaba inicial do quarto  com o anterior. Mas enfim, acho que essa estrofe merece uma mexida maior. Abraços
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--[[usuário:Nevinho|Nevinho]]<small> <sup>[[usuário discussão:Nevinho|Mande-me uma mensagem]]</sup></small> 20h33min de 23 de abril de 2012 (BRT)
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Entendo a contagem que vc faz, mas ela é mais formal do que rítmica-fonética. Por exemplo se eu quebrasse os versos ao meio na apresentação (No princípio / Éramos povos / De mil nomes / Línguas terras / ...), ela perderia completamente a validade pois perderia sílabas meramente por dividir os versos de outra forma. A contagem que fiz é mais ligada ao fluxo e à leitura. Além disso, no primeiro verso pretende-se que "pio é" seja uma única sílaba, pela leitura natural dos fonemas. Caso se quisesse deixar claro que se tratam de duas sílabas, faria justamente mais sentido quebrar os versos ao meio, caso no qual a avaliação da métrica é completamente outra. Abraço!
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--[[Usuário:Solstag|Solstag]] 22h00min de 23 de abril de 2012 (BRT)

Edição das 22h00min de 23 de abril de 2012

Proposta de inclusão

Houve uma proposta do Nevinho de incluir o poema ...de Piratininga à Brasiléia. Afora as metaquestões de inclusão que discutimos por lá, ocorreu-me que o poema tem uma métrica e tom um tanto diferentes da Brasiléia. O que acham? Será que faz sentido incluir? Uma possibilidade é introduzir o poema com alguns versos, ainda na forma da brasiléia, anunciando uma ode à parte. Outra é tentar modificá-lo para que se adeque melhor. Ou, simplesmente ignorar essa questão, num espírito mais colcha de retalhos. --Solstag 23h00min de 16 de abril de 2012 (BRT)

Métrica

Sobre ter desfeito uma edição, primeiro eu realmente gosto de como aqueles versos soam, e não acho necessário tamanho cuidado com a métrica. Mas, ao mesmo tempo, a métrica particular dessa estrofe em oito sílabas é perfeita, mas mais complexa do que aparenta. Vou destrinchar aqui:

No 1 prin 2 cí 3 pio é 4 ra 5 mos 6 po 7 vos 8
De 1 mil 2 no 3 mes 4 lín 5 guas 6 ter 7 ras 8
Tí 1 nha 2 mos 3 nos 4 sas 5 mil 6 fés 7 Lu 8
tá 1 va 2 mos 3 nos 4 sas 5 mil 6 guer 7 ras 8

Notem que o terceiro e quarto versos encontram-se fundidos na métrica, um balanceando o outro! Por isso não é evidente o acordo =)

Abraço!

--Solstag 01h23min de 23 de abril de 2012 (BRT)

Eu soletratraria assim:

No/prin/cí/pio/é/ra/mos/po/ - 8
De/mil/no/mes/lín/guas/te/ - 7
Tí/nha/mos/nos/sas/mil/fés/ - 7
Lu/tá/va/mos/nos/sas/mil/gue/ - 8

Conta-se até a sílaba tônica, de modo que o terceiro verso ficou com sete sílabas. Meio estranho essa junção da sílaba inicial do quarto com o anterior. Mas enfim, acho que essa estrofe merece uma mexida maior. Abraços

--Nevinho Mande-me uma mensagem 20h33min de 23 de abril de 2012 (BRT)

Entendo a contagem que vc faz, mas ela é mais formal do que rítmica-fonética. Por exemplo se eu quebrasse os versos ao meio na apresentação (No princípio / Éramos povos / De mil nomes / Línguas terras / ...), ela perderia completamente a validade pois perderia sílabas meramente por dividir os versos de outra forma. A contagem que fiz é mais ligada ao fluxo e à leitura. Além disso, no primeiro verso pretende-se que "pio é" seja uma única sílaba, pela leitura natural dos fonemas. Caso se quisesse deixar claro que se tratam de duas sílabas, faria justamente mais sentido quebrar os versos ao meio, caso no qual a avaliação da métrica é completamente outra. Abraço!

--Solstag 22h00min de 23 de abril de 2012 (BRT)