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De Sexta Poética
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Estou de luto.
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O maldito destino assassinou minha querida felicidade.
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Ele invejou-me com todo seu ser.
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Não descansou até que eu enlouquecesse com a dor vazia que é perder.
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Conspirava sempre para meu terror e angústia.
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Nunca tive medo de suas ações cruéis e avassaladoras.
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Já previa suas peripécias apenas... não tinha poder de impedi-las.
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Isso me torna fraco, caído, frio, um zero a direita, sem valor, que com um mero capricho pode ser eliminado, apagado da página de uma vida.
  
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Odeie-me felicidade eternamente!
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Pois não poderei vingá-la mesmo que minha ira,
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mesmo que todas as microscópicas moléculas de meu corpo mortal queira, não farei!
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A razão me acorrenta ao obedecer.
  
De todas pessoas
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''Observação: Eu votei agora para ficar, aqui no Sexta Poética. Acesse http://theworldnight.blogspot.com estava por lá para pensar um pouquinho sobre o meu eu.
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de todas as belezas
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a alma
 
de todas as amizades
 
a verdadeira
 
de todas as alegrias
 
o sorriso
 
de todas as lágrimas
 
um abraço
 
de todos os carinhos
 
o beijo
 
de todos os mundos
 
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Edição atual tal como às 04h13min de 11 de novembro de 2011

Estou de luto.
O maldito destino assassinou minha querida felicidade.
Ele invejou-me com todo seu ser.
Não descansou até que eu enlouquecesse com a dor vazia que é perder.
Conspirava sempre para meu terror e angústia.
Nunca tive medo de suas ações cruéis e avassaladoras.
Já previa suas peripécias apenas... não tinha poder de impedi-las.
Isso me torna fraco, caído, frio, um zero a direita, sem valor, que com um mero capricho pode ser eliminado, apagado da página de uma vida.

Odeie-me felicidade eternamente!
Pois não poderei vingá-la mesmo que minha ira,
mesmo que todas as microscópicas moléculas de meu corpo mortal queira, não farei!
A razão me acorrenta ao obedecer.

Observação: Eu votei agora para ficar, aqui no Sexta Poética. Acesse http://theworldnight.blogspot.com estava por lá para pensar um pouquinho sobre o meu eu.
               Renata Fractus