Mudanças entre as edições de "Sexta poética"

De Sexta Poética
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[[Sexta, 30/01/2009|Conluio misterioso]]
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[[Quem será?]]
  
  
 
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As coisas mais ordinárias,
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Quem vem aí, você, na outra ponta da estrada?
as que não têm préstimo algum,
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Poesia de prata, refletindo nossa angústia.
coisas sem o menor valor,
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Poesia de ferro, cortando nossa esperança.
um cadarço puído, tranca de janela enferrujada,
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Poesia do sangue que corre em nossa alma.
um lenço esquecido no bolso de dentro do blazer fora de moda,
 
etecetera,
 
são as coisas que o poema aproveita
 
e delas retira a poesia ainda não expressa.
 
  
No desejo de expressão, unem-se
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Quem vai lá, quem somos do outro lado do espelho?
poeta e poesia:
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Poesia de fogo, atiçando nossa euforia.
testemunhas vivas desse conluio misterioso,
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Poesia de água, refrescando nossa ressaca.
os poemas mostram beleza onde ninguém mais via.
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Poesia do sangue que lava nossa alma.
  
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Quem corre conosco quando saímos para descer o abismo?
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Poesia de pedra, avalanche sobre o corpo.
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Poesia de vento, atirando-nos em precipícios.
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Poesia do sangue que liberta nossa alma.
 
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[[:Categoria:Livro Poemas sem fim|Nevinho]]
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[[:Categoria:Solstag|Solstag]]
  
 
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Edição das 12h35min de 6 de setembro de 2012

Bem vindo!   128px-Globe of letters.svg.png    Hoje é domingo, 26 de junho.    600px-Wikibrasil.png

POEMA DA SEMANA


Quem será?


Quem vem aí, você, na outra ponta da estrada?
Poesia de prata, refletindo nossa angústia.
Poesia de ferro, cortando nossa esperança.
Poesia do sangue que corre em nossa alma.

Quem vai lá, quem somos do outro lado do espelho?
Poesia de fogo, atiçando nossa euforia.
Poesia de água, refrescando nossa ressaca.
Poesia do sangue que lava nossa alma.

Quem corre conosco quando saímos para descer o abismo?
Poesia de pedra, avalanche sobre o corpo.
Poesia de vento, atirando-nos em precipícios.
Poesia do sangue que liberta nossa alma.


Solstag

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