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De Sexta Poética
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Nas noites alucinadas  
 
Nas noites alucinadas  
  
Os Postes ébrios da Rua Augusta,
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Os Postes ébrios da calçada,
 
Hão um dia de perguntar...
 
Hão um dia de perguntar...
 
Hei Paulista!Pra onde vais?
 
Hei Paulista!Pra onde vais?

Edição atual tal como às 06h55min de 30 de novembro de 2009

<poem> Avenida Paulista

Cai a noite e a garoa na Avenida Paulista, Deixo-a cair toda sobre meus poucos cabelos... Alguns já brancos , você sabia?Alguns já brancos , eu não sabia..

Ando pela minha rua , olho os rostos maquiados das paulistanas , Pra onde vão?De que Banco Vêm? O que me dizem os sobretudos longos, As capas pretas , seus guarda chuvas?

Um sindicalista grita coisas contra o imperialismo, Reinvocando o imperialismo Comunista, Qual escolher?Qual escolher? Se tudo tem de ser imperialismo, Melhor ser um bêbado na Paulista!

Lá longe , na entrada do metrô, Toca sereno um violinista, Toca tão triste as musicas do passado, Que me faz encontrar-me apaixonado, Pela bela moça Estátua, Uma estátua viva e prateada Na Paulista

Mais saiba minha Avenida , vou lhe deixar, Porque é da índole de todo Paulista , viajar, Sou um bandeirante pós moderno digital Caçando historias , pra te contar na minha volta para a Paulista

Se são urbanos , todos os poetas , paulistas , paulistanos Sagrados adoradores do sagrado , do profano, Nas missas da Igreja da Consolação, Nas festas da Augusta à São João

E desse cruzamento da Avenida e a Rua augusta , Dos hiipies , anarquistas , executivos , jornalistas Anjos e demônios , das pizzarias, Das baladas , e dos sebos, Nas noites alucinadas

Os Postes ébrios da calçada, Hão um dia de perguntar... Hei Paulista!Pra onde vais? E eu responderei... Não sei , vou onde a história me levar

                                          Callia